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Kátia Flávia
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Katy Costa transforma dor em propósito e lidera um movimento de impacto social pelo Instituto Vozes que Transformam

Da reconstrução pessoal à liderança comunitária, a gestora e comunicadora de causas construiu uma trajetória marcada por fé, escuta ativa e compromisso com a dignidade humana.

Kátia Flávia

29/01/2026 18h30

Atualizada 30/01/2026 10h40

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Da reconstrução pessoal à liderança comunitária, a gestora e comunicadora de causas construiu uma trajetória marcada por fé, escuta ativa e compromisso com a dignidade humana. (Divulgação)

Antes de ocupar o cargo de CEO do Instituto Vozes que Transformam, Katy Costa já carregava uma história repleta por recomeços, silêncios e escolhas difíceis. Líder comunitária e ativista cristã, ela vem se tornando referência em iniciativas sociais que unem escuta, formação e fortalecimento humano, com um trabalho que vai além do assistencialismo e aposta na emancipação de pessoas e comunidades. 

 “Sou, antes de qualquer cargo, uma mulher que aprendeu a sobreviver sem perder a capacidade de sentir”, define. Gestora e comunicadora de causas, Katy construiu sua atuação a partir de vivências profundas, muitas delas invisíveis aos olhos de quem observa apenas os resultados. “As experiências que mais me moldaram não foram as vitórias visíveis, e sim os silêncios, as perdas e os momentos em que precisei ser forte quando ninguém estava olhando”, conta.  

A virada de chave veio quando ela entendeu que a própria história poderia gerar impacto coletivo. “Quando percebi que a minha história não era só minha”, afirma. “Eu compreendi que não bastava sobreviver, eu precisava devolver ao mundo o sentido que encontrei no meio do caos.”  

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Katy vem ganhando destaque por suas ações de impacto comunitário. (Divulgação)

Ao longo da caminhada, Katy enfrentou desafios como abandono e solidão emocional, experiências que hoje sustentam a base do seu trabalho social.  

“Esses desafios me ensinaram a escutar com profundidade e a olhar com humanidade para quem nunca foi ouvido”, explica. “Ninguém deveria atravessar a vida sentindo que sua voz não importa.” A fé, muito presente desde a infância, também se tornou um pilar inegociável. “Aprendi cedo que dignidade não é privilégio, é direito”, diz. Em momentos de cansaço, é essa convicção que a mantém em movimento: “A certeza de que desistir não é uma opção quando alguém, em algum lugar, está esperando por uma oportunidade que ainda não chegou.”  

Um dos episódios mais marcantes de sua vida foi o enfrentamento de um câncer, experiência que redefiniu sua relação com o tempo, a fé e o cuidado. “O câncer não levou minha esperança, ele refinou minha forma de viver, de amar e de liderar. Depois dessa travessia, nada mais foi superficial”, relata. A trajetória profissional de Katy não seguiu um roteiro linear, a comunicadora passou por diferentes áreas, acumulando aprendizados em gestão, processos e estratégia. Mas sempre buscou manter o olhar voltado para pessoas. 

 “O Instituto não nasceu de um plano de negócios, nasceu de um chamado”, afirma. Entre suas maiores referências está o pai, pastor e exemplo de liderança vivida no cotidiano. “Aprendi com ele que liderar é servir, que autoridade nasce do amor e que fé não se prega apenas com palavras, mas com coerência, caráter e entrega diária”, relembra.  

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Trajetória pessoal e profissional da gestora inspira iniciativas voltadas à formação de lideranças comunitárias. (Divulgação)

Criado a partir da escuta e da dor coletiva, o Instituto Vozes que Transformam tem como missão central devolver protagonismo a quem foi silenciado. “O Instituto nasceu da urgência de dar voz a quem sempre foi silenciado e de transformar histórias interrompidas em histórias possíveis”, resume.  

Para Katy, transformar vozes é um processo profundo, que significa tirar a pessoa do silêncio e levá-la à consciência de quem ela é e do que ela pode se tornar. O impacto que mais emociona a gestora acontece quando as pessoas conseguem reaver a autoestima: “Quando alguém volta a acreditar em si mesmo.”                   

O Instituto busca um impacto duradouro, guiado por valores como dignidade, escuta ativa, responsabilidade social e fé no ser humano. “Um impacto que não é assistencialista, mas emancipador. Nosso foco é gerar autonomia, consciência, pertencimento e oportunidade real”, reforça. Hoje, o Instituto vive um momento de consolidação e expansão planejada. Entre os próximos passos estão a ampliação do alcance, o fortalecimento de parcerias e a formação de lideranças comunitárias.  

Sobre construção de um legado, Katy é direta, mas também profundamente humana, quando fala que gostaria de ser lembrada como alguém que acreditou nas pessoas, mesmo quando elas sentirem que ninguém mais acreditava. Para saber mais sobre o Instituto Vozes que Transformam, acesse o canal oficial no YouTube: https://www.youtube.com/@institutovozesquetransformam 

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