Eu estou passada com o que vai começar a acontecer em A Nobreza do Amor. Passada. Essa semana ninguém invente compromisso comigo nesse horário, porque acabou Avenida Brasil, eu já emendo na novela. Não vou perder por nada.
E olha o que vem aí. Jendal, vivido por Lázaro Ramos, atravessa continente atrás de Alika, personagem de Duda Santos, e desembarca em Recife acompanhado de dois seguranças. O homem chega ao Brasil determinado a descobrir onde está a ex mulher e começa a procurar pistas que possam levá lo até Barro Preto.

Só que a chegada dele já é um espetáculo à parte. Jendal entra num hotel querendo suíte presidencial, quartos para os seguranças e atendimento exclusivo. O recepcionista olha para aquele homem fazendo exigência de rei e desconfia até se ele tem dinheiro para pagar a conta.
Meu amor. Foi mexer justamente onde não devia.
Jendal abre uma mala recheada de dinheiro e mostra uma grande quantia em espécie. O recepcionista recua e providencia tudo. Eu já consigo imaginar meu estado diante da televisão. Porque uma coisa é chegar ao Brasil procurando a ex. Outra é chegar com dois seguranças e uma mala de dinheiro. Novela precisa dessas coisas.

Mas dinheiro compra suíte presidencial. Alika, não. E é aí que eu quero ver esse homem se virar. Jendal começa a mobilizar seus acompanhantes e buscar informações para chegar até ela, sem saber a resistência que vai encontrar pelo caminho.
E eu já estou do lado de Alika, evidentemente. Jendal pode atravessar oceano, abrir mala, bancar o rei e ocupar o melhor quarto do hotel. Encontrar a ex mulher e conseguir o que quer dela são duas novelas completamente diferentes.
Dia 25 de setembro começa essa parte da história. E aqui no Cosme Velho já está decidido: termina Avenida Brasil, eu não levanto nem para pegar água. A Nobreza do Amor vem logo depois e eu quero ver essa confusão desde o primeiro segundo.