Eu estava saindo para almoçar com as amigas antes de encarar uma série de reuniões e terminar o dia na Barraca da Chiquita, em Copacabana, quando parei no meio do caminho. Gente, Gominho resolveu desabafar sobre bet. E resolveu sem passar hidratante na frase.
No X, o apresentador contou que recusou um trabalho ligado a uma casa de apostas. Escreveu: “Cancelei hoje um trampo de bet porque eu não sou medíocreeeeeeeee!!!”. Pronto. O almoço nem tinha começado e o assunto já estava servido.
Teve gente batendo palma. Foi aí que Gominho voltou e acrescentou uma informação que deixou a fofoca ainda mais temperada: “Ainda era uma miséria hahahaha”. Ou seja, além de não querer associar o nome à publicidade de aposta, o dinheiro aparentemente também não ajudou a seduzir o rapaz.
Mas internet é aquela mesa de bar onde todo mundo puxa uma cadeira sem ser chamado. Enquanto alguns seguidores elogiaram a decisão, outros questionaram o fato de ele ter dito que “cancelou” o trabalho, interpretando que a proposta teria sido aceita anteriormente. Também teve ironia e cobrança nos comentários.
E eu fiquei pensando nisso indo encontrar minhas amigas. O desabafo de Gominho toca numa discussão que está pegando fogo no mercado publicitário: até onde vai o dinheiro das bets e onde começa o limite pessoal de quem empresta rosto, nome e credibilidade para uma marca? No caso dele, a resposta pública foi curta e sem reunião de alinhamento: dessa vez, não.
Agora me deixem almoçar porque ainda tenho reunião pela frente e Chiquita me espera em Copacabana. Mas uma coisa eu digo: quando o famoso começa a recusar publicidade e ainda conta que o cachê era mixuruca, meu amor, a fofoca deixa de ser só entretenimento. Vira assunto de mercado com tempero de mesa de bar.