Gente, eu estava no meio de uma reunião importantíssima sobre nada quando o telefone tocou e do outro lado era o pessoal da Louvre Hotels Group Brazil quase sem ar de tanta emoção. Não era para menos. Quatro hotéis da Louvre Hotels Group-Brazil acabam de entrar para o seleto clube dos 10% melhores do mundo no Travellers’ Choice 2026, aquele prêmio onde quem dá a nota não é júri técnico engravatado, é o viajante comum, o hóspede que reclama de travesseiro e elogia café da manhã. Ou seja, meus amores, é voto popular, é Big Brother da hospedagem, e a Louvre saiu carregada de plaquinha de melhor da casa.

Os quatro coroados foram o Golden Tulip Porto Vitória, no Espírito Santo, o Golden Tulip Brasília Alvorada, na capital do poder, o Golden Tulip Natal Ponta Negra, no paraíso potiguar, e o Tulip Inn Campos dos Goytacazes, ali no interior fluminense que vive de petróleo e discrição. Eu chamo esse quarteto de as quatro patricinhas da Louvre Hotels Group-Brazil, porque desfilaram para a banca mundial e voltaram com a faixa. E olha que concorrência não falta: estamos falando de hotelzinho de luxo do planeta inteiro disputando a mesma vitrine.

Para quem chegou agora na fofoca, o Travellers’ Choice é o certificado que a hotelaria inteira quer pendurar na recepção. Todo ano ele cata as avaliações, as notas e os itens que os viajantes salvaram pelo mundo afora e cruza tudo num caldeirão para apontar o que há de melhor no turismo. É praticamente o vazamento de bastidor mais aguardado do setor, só que oficial e com selo dourado. Quando uma rede emplaca quatro de uma vez, não é sorte de principiante, é consistência de quem entrega cama boa e atendimento que não decepciona.

Quem comemorou foi o CEO da rede no Brasil, o meu querido Paulo Michel, que soltou o verbo dizendo que integrar de novo a lista dos melhores entre os melhores consolida o certificado de excelência e projeta os hotéis nacional e internacionalmente. Traduzindo do corporativês para o katiês: o homem está radiante e já pensando em investir mais ainda na experiência inesquecível que promete para cada hóspede. E tem razão de estar feliz, porque reconhecimento de viajante de cultura diferente vale mais do que qualquer campanha publicitária paga.

E não pensem que a Louvre é estreante nessa novela. A turma é subsidiária da francesa Louvre Hotels Group, opera as marcas Royal Tulip, Golden Tulip, Tulip Inn e Soft Inn, e celebra agora sete aninhos de mercado brasileiro com um portfólio de dezesseis hotéis espalhados estrategicamente de Canela a Natal, com direito a duas unidades em Brasília só de bonita. Quatro deles no top mundial é o tipo de manchete que faz a concorrência fingir que está feliz enquanto chora no banheiro do lobby. Beijos da sua Kátia, que já está de olho na próxima ligação.