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Kátia Flávia
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Giullia Buscaccio revela que iniciou terapia após trauma em Velho Chico e emociona ao falar de Domingos Montagner

Atriz contou que tinha apenas 18 anos quando precisou seguir gravando cenas ao lado de uma câmera, após a morte do ator, e que o impacto emocional mudou sua vida para sempre.

Kátia Flávia

26/12/2025 13h30

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Giullia Buscaccio contou que buscou terapia para auxiliar nos momentos difíceis que estava vivendo. Foto: reprodução/YouTube

Amores, essa é daquelas histórias que não passam batido e nem deveriam. Giullia Buscaccio abriu o coração em entrevista ao programa Desculpa Alguma Coisa e revelou um dos momentos mais delicados de sua vida pessoal e profissional. Foi durante as gravações de Velho Chico, novela que marcou época e também deixou feridas profundas nos bastidores.

Na época, Giullia tinha apenas 18 anos. Estreava numa novela das nove, com toda a pressão que isso carrega, quando foi surpreendida pela morte trágica de Domingos Montagner. Na trama, ele era seu pai. Fora dela, havia se tornado uma figura de apoio, de afeto, de segurança.

A vida seguiu. A novela também. Mas o impacto foi devastador.

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Giullia Buscaccio falou sobre ‘Os Donos do Jogo’, pai jogador, morte de Domingos Montagner e outros assuntos. Foto: reprodução/YouTube

Giullia contou que precisou continuar gravando cenas intensas logo após a tragédia. Em uma delas, contracenava com uma câmera, como se Domingos ainda estivesse ali. Falava com o vazio. Olhava para a lente imaginando o pai da personagem. Um exercício emocional duríssimo para alguém tão jovem.

Ela revelou que as gravações eram pesadas, o clima nos bastidores era de luto e que, ao fim de cada cena, o choro vinha. Não só dela, mas de toda a equipe. Era dor demais para processar.

Foi ali que a terapia entrou em sua vida. Não por moda. Não por tendência. Mas por necessidade.

Giullia contou que precisou de acompanhamento psicológico para conseguir entender tudo o que estava vivendo, organizar emoções e seguir em frente. Hoje, olhando para trás, ela reconhece o quanto aquele momento foi determinante para sua maturidade pessoal e emocional.

Apesar da dor, ela fala com carinho do projeto, do acolhimento do elenco e da importância de ter conseguido concluir a novela em homenagem a Domingos, que estava brilhando na produção.

Uma história forte.
Dolorida.
Humana.

E que mostra, sem maquiagem, que por trás da fama, dos holofotes e da televisão, existem pessoas reais, frágeis, tentando sobreviver aos próprios sentimentos.

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