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Kátia Flávia
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FSB Holding ganha sócio do SoftBank e reorganiza estrutura

A holding de Alexandre Loures anuncia Eduardo Vieira como novo vice-presidente da operação privada de relações públicas, numa reorganização que redefine os quatro pilares estratégicos da companhia. E olha quem chegou com waiver do SoftBank no bolso e mala feita para ficar.

Kátia Flávia

28/05/2026 17h30

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O executivo Eduardo Vieira chega trazendo experiência em comunicação corporativa, posicionamento institucional e gestão de reputação em ambientes de transformação e inovação. (Foto: Divulgação)

A FSB Holding reformulou sua estrutura de liderança e anunciou Eduardo Vieira como novo sócio e vice-presidente da operação privada de relações públicas. A reorganização não é cosmética: ela estabelece quatro pilares de crescimento, publicidade, influência, PR e unidades transversais de negócio, numa aposta clara de que o ecossistema mais completo leva o jogo.

Vieira chega com currículo calibrado em comunicação corporativa, posicionamento institucional e gestão de reputação em ambientes de transformação. O detalhe que dá sabor à movimentação é que ele precisou de uma autorização formal do SoftBank, o chamado waiver, para empreender fora do grupo. Permanece sócio nas frentes de institucional, marketing e comunicação da empresa na América Latina, mas agora tem cadeira cativa no maior ecossistema de reputação do continente.

A FSB Holding tem 45 anos de história e hoje opera 13 empresas e uma plataforma de conteúdo, da FSB Comunicação à Giusti Creative PR, passando por Nexus, Deck, Involv e Bússola. Alexandre Loures foi direto ao ponto ao comentar a chegada: mais integração entre as empresas do grupo, agenda de crescimento acelerada e capacidade ampliada para atender os clientes privados de todo o ecossistema.

A coluna soube da movimentação por uma fonte próxima à cúpula da FSB que ligou antes do mercado perceber o que estava se montando. Com a academia de Leblon já no retrovisor desta quinta-feira, a Kátia confirma: essa contratação tem cheiro de peça estratégica numa partida de xadrez corporativo de prazo longo.

Eduardo Vieira disse que chega motivado para “fortalecer a visão integrada e contribuir para a próxima fase de evolução da holding.” Bonito discurso. Mas o que a Kátia quer mesmo saber é quanto tempo leva até o SoftBank sentir falta da peça que teve a gentileza de liberar.

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