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Kátia Flávia
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“Demônio da mandíbula hialurônica”: Luana Piovani detona Rico após assédio eleitoral contra domésticas

Atriz reagiu ao vídeo de retratação de Rico Melquíades, alvo de ação do MPT que pede R$ 5 milhões por suposto constrangimento político de trabalhadoras domésticas

Kátia Flávia

20/09/2026 9h19

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Luana Piovani e Rico Melquíades, envolvidos na nova polêmica

Luana Piovani atacou Rico Melquíades nas redes sociais após o influenciador publicar um vídeo de retratação em meio à ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho de Alagoas. Ao compartilhar a gravação, a atriz escreveu: “Demônio da mandíbula hialurônica”.

Eu estava servindo meus ovos mexidos com bacon, num domingo em que resolvi fingir que era estrangeira, quando Luana apareceu com essa frase. E vou dizer: ela não comentou, ela lançou um míssil com endereço, CEP e aviso de recebimento.

O MPT acusa Rico de assédio eleitoral contra trabalhadoras domésticas e pede R$ 5 milhões por danos morais coletivos. A ação corre na 11ª Vara do Trabalho de Maceió, com pedido de urgência, e ainda não teve decisão definitiva.

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Post de Luana Piovani ao compartilhar o vídeo de retratação de Rico

Segundo o Ministério Público, o influenciador teria condicionado relações de trabalho, como contratação, demissão, salários, folgas e benefícios, à preferência política e ao voto das funcionárias. O órgão também aponta exposição de informações pessoais e situações constrangedoras nas redes sociais para gerar engajamento.

O caso veio à tona depois da divulgação de um vídeo em que Rico questiona mulheres sobre posicionamento político e afirma não querer “petista” trabalhando em sua casa. O episódio também foi encaminhado pelo Ministério Público Eleitoral à Polícia Federal, em uma apuração separada sobre possível coação eleitoral.

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Ministério Público do Trabalho de Alagoas acionou Rico por suposto assédio eleitoral

Rico publicou um pedido de desculpas e declarou: “Nenhum funcionário deve sofrer qualquer tipo de coação ou imposição por parte de seu empregador”. Ele também afirmou que as mulheres que aparecem no vídeo são integrantes de sua família e que teriam consentido com a gravação.

Só que a ação do MPT vai muito além de um vídeo apagado ou de uma retratação gravada para as redes, minhas filhas. Os procuradores pedem 18 obrigações, entre elas a garantia de voto livre, a proibição de exigir alinhamento partidário e a retirada de publicações com dados íntimos, humilhações ou exigências ideológicas ligadas a trabalhadores.

O órgão também quer que uma eventual retratação tenha o mesmo destaque das postagens originais e fique aberta a comentários. Porque pedir desculpa depois que a casa cai é simples; a parte difícil é entender que trabalhador não é figurante de conteúdo, nem extensão da opinião política do patrão.

Luana não economizou no veredito, e a internet fez o resto. Eu terminei meu café pensando que Rico agora tem três problemas na mesa: a ação trabalhista, a investigação eleitoral e uma Piovani com acesso aos stories. E, sinceramente, nenhum deles vem com filtro de beleza.

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