Em meio a um mercado repleto de escritórios que entregam somente projetos, a Suna Arquitetura evoca a missão de entregar experiência. Nascida em Florianópolis, a firma fundada por Débora Grobe e Felipe Bulhões construiu sua reputação em torno de uma ideia simples e rara: arquitetura que se sente, se vive e permanece. Foi esse mesmo princípio que atravessou fronteiras e levou o escritório a atender, hoje, clientes no Brasil e no exterior.
A trajetória começou com a residência de alto padrão, território onde o coração da Suna Arquitetura bate mais forte. Casas pensadas a partir da luz, do clima e do modo de viver de quem ocupa o espaço, com elementos praianos, mediterrâneos e balineses, ventilação cruzada e materiais autênticos.
“Gostamos de dizer que nosso processo é artesanal, feito sob medida, com atenção ao detalhe e respeito ao orçamento de cada família ou empreendimento. Não acreditamos em fórmulas prontas, acreditamos em criar experiências únicas”, afirma Felipe Bulhões.
Esse jeito de projetar começou a chamar atenção para muito além das fronteiras do país.

Quando a demanda internacional pediu outra escala
À medida que o trabalho do escritório ganhava visibilidade, surgiu um movimento que mudaria os rumos da Suna Arquitetura. Investidores e incorporadores do exterior passaram a procurar a equipe não mais para uma casa, mas para empreendimentos de maior porte, como resorts, hotéis, condomínios e loteamentos que pudessem carregar a mesma assinatura.
Foi desse movimento natural que nasceu a Casa Suna, o braço de desenvolvimento imobiliário do escritório.
“A Casa Suna surgiu de uma demanda real. Começamos a receber propostas de fora, de investidores e incorporadores que queriam desenvolver projetos maiores, resorts, hotéis, empreendimentos turísticos de alto padrão. Percebemos que a nossa forma de projetar fazia ainda mais sentido nessa escala e estruturamos uma frente dedicada a isso”, conta Felipe Bulhões.
A proposta é levar para a escala do empreendimento a mesma inteligência aplicada a uma única residência.
“Cada projeto nasce do lugar, da luz, do clima e do modo de viver de quem vai estar ali. É isso que transforma metragem em patrimônio desejável”, explica a arquiteta Débora Grobe, responsável técnica do escritório.
A arquitetura artesanal das casas, agora nos empreendimentos
Na Suna Arquitetura, o projeto é artesanal, pensado no detalhe e estruturado com afeto, e é esse mesmo cuidado que a Casa Suna leva para a escala dos grandes empreendimentos.
Sob essa marca, o escritório atua hoje em quatro formatos que compartilham a mesma assinatura: condomínios com a identidade Suna do conceito à entrega; empreendimentos verticais voltados a incorporadores que buscam arquitetura capaz de valorizar o produto; masterplans com planejamento de áreas e loteamentos pensados no longo prazo; e hotéis e resorts, em que a arquitetura se transforma em destino.
Para os sócios, design não é custo, mas um diferencial estratégico capaz de agregar valor ao empreendimento.
“Para o incorporador, a arquitetura é o ativo. É ela que cria uma experiência difícil de comparar por metro quadrado, que amplia a margem e sustenta o valor ao longo do tempo. A Suna Arquitetura cria a experiência, a Casa Suna a transforma em ativo”, resume Felipe Bulhões.
Mesmo crescendo em escala, o escritório faz questão de preservar o processo próximo de cada cliente.
“Nosso grande diferencial é ouvir de verdade. Cada etapa do projeto é construída como um diálogo, em que traduzimos necessidades e sonhos em soluções viáveis. E isso vale tanto para uma casa quanto para um resort”, afirmam os sócios.
Essa proximidade também passa pela transparência, algo que Débora Grobe e Felipe Bulhões apontam como marca registrada da empresa.
“Nossos clientes nos reconhecem pela sinceridade dos processos, do início ao fim. Sabemos a hora de instruir quando um pedido entra em conflito com o que é funcional, construtivo ou estético”, explicam.

Expandir sem perder a alma
Com atuação dentro e fora do Brasil e uma equipe distribuída por diferentes estados, a Suna Arquitetura enxerga um mercado em transformação.
“As pessoas não querem mais apenas um espaço bonito. Querem lugares que façam sentido na rotina e reduzam a velocidade do mundo digital para o mundo natural. Os espaços precisam ser, além de tudo, portais”, analisa Felipe Bulhões.
Por isso, o futuro do escritório passa por crescer sem abrir mão da essência.
“Queremos ampliar nossa atuação internacional, fortalecer parcerias em diversas cidades e investir cada vez mais em desenvolvimento sustentável. O futuro da Suna Arquitetura é expandir sem perder a alma, continuar criando projetos que respiram luz, natureza e autenticidade”, concluem.
Para saber mais sobre o escritório e sobre a Casa Suna, acesse o site da empresa e acompanhe os perfis oficiais nas redes sociais.