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Kátia Flávia
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CNN Brasil lança Direito Delas e testa nova frente de conteúdo institucional multiplataforma

O projeto sai do zero ao produto acabado: 49 matérias programadas, agência parceira definida e cronograma fechado até o fim de novembro. Isso não é matéria avulsa, é operação de conteúdo com prazo e meta.

Kátia Flávia

17/09/2026 16h45

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a CNN Brasil lança o Direito Delas, projeto de utilidade pública multiplataforma que reúne conteúdos para explicar, de forma direta e acessível, os direitos das mulheres em diferentes situações da vida.(Imagem ilustrativa criada por IA. Divulgação: CNN Brasil)

Parei o que tava fazendo quando vi o material chegando pela Loures, agência que assina a comunicação do projeto. CNN Brasil lançando série própria de utilidade pública, com produção diária, é jogada estruturada, não postagem solta.

O mecanismo é simples de entender. De 14 de setembro a 25 de novembro, o site publica uma matéria por dia útil, sempre às 8h, explicando direitos das mulheres em situações concretas, violência, trabalho, maternidade, divórcio, pensão. A estratégia se estende também pras redes com o quadro semanal “Calma que Tem Lei”, apresentado por Manuella Dal Mas, distribuído em YouTube, Instagram e TikTok. Ou seja, mesmo conteúdo, três frentes de distribuição, maximizando alcance sem multiplicar custo de produção.

E o timing não é acidente. O projeto encerra justamente em 25 de novembro, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, data que qualquer editoria de branded content sabe que rende engajamento e retorno de mídia espontânea.

CNN Brasil já opera em TV por assinatura, banda Ku, streaming e portal, alcançando mais de 105 milhões de pessoas por mês segundo a própria empresa. Um projeto assim reforça posicionamento institucional da marca e ainda entrega inventário de conteúdo pronto pra patrocínio, o tipo de produto que agência de comunicação adora vender pra cliente.

Conteúdo de utilidade pública com cronograma editorial fechado e presença cross platform é receita testada. A questão nunca é se funciona, é quanto tempo até virar modelo pra outras editorias copiarem.

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