Neymar vive um momento delicado dentro e fora de campo às vésperas da Copa do Mundo. Além de tentar se recuperar de uma lesão grau 2 na panturrilha direita para ficar à disposição da Seleção Brasileira, o jogador também enfrenta uma saia-justa familiar envolvendo as mães de suas filhas, Bruna Biancardi e Amanda Kimberlly.
Eu já estava no Cosme Velho, tentando transformar a tarde em uma coisa minimamente organizada, quando o telefone tocou com uma fonte falando baixo demais para ser coisa simples. “Tem uns babados, mas isso eu só te conto pessoalmente”, avisou. Pronto. Café no Leblon marcado para mais tarde, minha curiosidade em estado febril e, antes mesmo de eu pegar a bolsa, já caiu a pauta: Neymar, Copa do Mundo, lesão e mães das filhas no mesmo enredo. Nem novela das nove junta tanta frente de conflito em tão pouco tempo.

Segundo o Extra, a preparação de Neymar para a Copa não envolve apenas a recuperação física. O jogador se trata de uma lesão grau 2 na panturrilha direita e corre contra o tempo para estar em boas condições no Mundial. Mas, fora dos gramados, também terá que tomar decisões sobre a presença dos filhos durante a competição.
O ponto sensível está justamente na organização familiar. Neymar é pai de meninas com Bruna Biancardi e Amanda Kimberlly, o que coloca o jogador diante de uma logística delicada em ano de Copa do Mundo. Em um torneio desse tamanho, cada deslocamento, agenda e convivência vira assunto ainda mais exposto.
A situação foi definida pelo jornal como digna de “Casos de família”, e não é difícil entender o motivo. Copa do Mundo já é um ambiente de pressão absurda para qualquer jogador. No caso de Neymar, essa pressão vem acompanhada de lesão, cobrança pública, expectativa sobre a Seleção Brasileira e vida pessoal acompanhada em tempo real por milhões de curiosos.
Bruna Biancardi, mãe de Mavie, e Amanda Kimberlly, mãe de Helena, aparecem no centro dessa possível saia-justa. A dúvida é como Neymar vai administrar a presença das filhas e das respectivas mães durante o Mundial, caso consiga disputar a competição.
Nos bastidores, esse tipo de decisão costuma ser mais complexo do que parece. Não envolve apenas vontade do jogador, mas rotina das crianças, deslocamentos, exposição, segurança, acordos familiares e o ambiente da própria Seleção durante a Copa.

Enquanto isso, Neymar também precisa lidar com o próprio corpo. A lesão na panturrilha direita já virou preocupação para a comissão técnica e para os torcedores. O camisa 10 tenta se recuperar a tempo, mas cada notícia sobre sua condição física aumenta o clima de suspense em torno da participação no torneio.
Eu desliguei o telefone, anotei o café no Leblon e já comecei a separar os óculos escuros, porque fonte que diz “só pessoalmente” nunca está trazendo receita de bolo. Neymar ainda tenta vencer a panturrilha, mas pelo visto a Copa também vai exigir dele outro tipo de marcação: a familiar. E essa, minha filha, não tem fisioterapeuta que resolva em quinze dias.