Eu estou em casa e meu celular virou praticamente uma mesa redonda de casamento. Amigas do Rio, amigas do Sul, todo mundo falando da mesma coisa: o casamento de Ana Hickmann e Edu Guedes. E não é só sobre vestido, decoração ou festa bonita. O comentário da semana virou o tanto de detalhe pessoal que eles colocaram ali.
A cerimônia aconteceu no último sábado (12), na Fazenda Casa Gialla, em Araras, interior de São Paulo, com cerca de 150 convidados. Ana e Edu, juntos desde 2024 e casados no civil desde maio de 2025, fizeram a celebração religiosa ao ar livre, sob uma figueira centenária. O branco dominou tudo: flores, toalhas, uma passarela de mais de 40 metros e até o buquê de Ana, feito somente com rosas brancas.

Mas aí eu fui lendo e encontrei a parte que explica por que minhas amigas não param de falar nisso. A festa foi toda cheia de pequenas coisas que tinham alguma história do casal. Teve cristal produzido especialmente para a ocasião, monograma espalhado pelos itens, vinho criado para o casamento, enfeites de porta e até um jornal fictício contando detalhes dos dois.
E o bolo? Edu revelou que seu número da sorte é o 9. Pronto. Foram nove andares e mais de um metro de altura. O número também apareceu nos nove tipos de uva usados no vinho do casal. Isso, para mim, diz muito mais sobre a tendência do que simplesmente escolher uma cor bonita e copiar no Pinterest.

Ana ainda colocou a mão na massa em alguns detalhes. Segundo o material divulgado, ela participou da produção e customização de itens como kits para banheiro e leques personalizados. A própria apresentadora explicou que queria que algumas partes do casamento tivessem “a minha mão”. E tiveram.
No fim, acho que é justamente isso que fez esse casamento virar assunto entre tanta gente: não é uma tendência impossível de reproduzir porque depende de uma festa gigantesca. É a ideia de fazer o casamento parecer com quem está casando. Pode ser no bolo, numa lembrança, numa flor ou numa bobagem que só os dois entendem. E aí, minhas amigas, o luxo deixa de ser só aquilo que custa caro. Vira aquilo que ninguém consegue copiar direito.