Angélica e Luciano Huck reuniram amigos e nomes fortes da televisão, da música e do cinema em uma sessão especial de “Minha Melhor Amiga”, nova comédia estrelada por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli. A exibição aconteceu na casa do casal, no Rio, e teve direito a sala cheia, registro nos Stories e defesa apaixonada do cinema brasileiro.
Eu já estava em casa no Cosme Velho, tirando o papel das flores que trouxe da Cobal, quando vi a turma reunida. E não era uma sessão pipoca comum: era Anitta, Xuxa, Grazi Massafera, Chay Suede, Marina Ruy Barbosa, Carolina Dieckmann, Bruna Griphao, João Vicente de Castro e Paulo Vieira sentados para ver um filme brasileiro.

As anfitriãs da noite, claro, eram também as donas do assunto. Ingrid e Mônica acompanharam a projeção ao lado da diretora Susana Garcia, que comandou o longa. Angélica resumiu o clima ao publicar uma foto do grupo: “Turma linda para assistir ‘Minha Melhor Amiga’”.
Luciano também mostrou a sala preparada para a exibição e chamou o encontro de “sessão pipoca”. Mas o programa tinha um propósito bem maior que uma noite entre amigos: apoiar um filme que chegou aos cinemas em 3 de setembro e já entrou para a história pela escala do lançamento.
Eu cortei os talos das flores, ajeitei cada uma no vaso e achei muito chique a ideia. Enquanto parte da internet ainda trata filme nacional como plano B, Angélica e Huck abriram a porta de casa para transformar a sessão em vitrine. Com Xuxa e Anitta no sofá, minha filha, até a pipoca ganha assessoria.
“Minha Melhor Amiga” acompanha Júlia e Clara, personagens de Mônica e Ingrid, duas mulheres na casa dos 50 anos que vivem o vazio deixado pelas filhas em intercâmbio e decidem embarcar para a Europa. A comédia foi dirigida por Susana Garcia e teve cenas filmadas no Rio, em Portugal e na Espanha.

A produção estreou em 1.531 salas de 773 cinemas, distribuídos por 436 cidades, tornando-se o maior lançamento de um filme brasileiro em número de salas. O recorde anterior era de “Minha Mãe É Uma Peça 3”, também dirigido por Susana Garcia.
Eu terminei de encher o vaso, deixei a hortelã secando na cozinha e fiquei com vontade de uma sessão dessas. Não pelo tamanho da lista de convidados, mas porque cinema nacional precisa mesmo de barulho, aplauso e gente saindo de casa para assistir. No caso deles, saiu até um pequeno tapete vermelho dentro da sala.