Juliane Massaoka revelou uma nova dificuldade no tratamento iniciado depois de quase perder a ponta do nariz. A repórter do “Mais Você” contou que a infecção ainda não foi eliminada, prejudicou a cicatrização e obrigou os médicos a adiarem a próxima cirurgia.
Eu terminava o encontro com minha amiga escritora num café da Gávea, ajudando a bonita a guardar o livro e o presente entre pilhas de originais, quando assisti aos vídeos de Juliane entrando numa câmara hiperbárica. Fechei a bolsa e fiquei séria. Tem pauta que não combina com veneno: a mulher achou que avançaria para outra cirurgia e descobriu que precisaria recuar no tratamento.

A jornalista enfrenta complicações após receber uma substância de preenchimento definitivo durante uma rinoplastia. Segundo Juliane, o material comprometeu a circulação e criou dificuldades para a recuperação do tecido.
“Eu tive uma chance de necrose na ponta do nariz, que ficou toda roxa. Meu nariz está aqui, inteiro, mas agora sobrou uma ferida aqui na ponta”, relatou nos Stories do Instagram.
Atualmente, ela é acompanhada por infectologistas, toma antibióticos e realiza sessões numa câmara hiperbárica. O equipamento aumenta a oferta de oxigênio ao organismo e pode ser utilizado como parte do tratamento de feridas complexas e determinadas infecções.
Juliane explicou que a lesão diminuiu, mas ainda não desapareceu. “Esse buraquinho estava do tamanho de uma espinha grande estourada. Agora ele já está menor, a cicatriz deu uma retraída e tudo mais, mas ainda persiste”, contou.

A repórter esperava estar numa fase mais avançada da recuperação desde o fim de maio. Com a permanência da infecção, entretanto, os médicos ainda não podem realizar a segunda cirurgia planejada para reparar os danos.
“A cicatrização dessa ponta ficou prejudicada. Eu achei que a gente já ia poder avançar, já ia poder fazer a segunda cirurgia, resolver. E a descoberta de que a infecção continua dá todo um passo para trás”, desabafou.
Apesar da frustração, Juliane tenta preservar o bom humor e reconhece que escapou de uma consequência ainda mais grave. No início do processo, existia o risco de necrose e perda de parte do nariz.
“Estou descobrindo muita coisa a respeito da minha saúde e de saúde de uma maneira geral, que pode ser útil para você que está aí do outro lado. Estou tentando levar da melhor forma possível: viver e tratar”, afirmou.
Juliane não transformou a piora em espetáculo nem vendeu recuperação milagrosa. Mostrou a ferida, admitiu a frustração e deixou um alerta bastante concreto: procedimento estético não termina quando a fotografia fica bonita. Às vezes, as consequências aparecem depois e duram muito mais que o resultado prometido.