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Kátia Flávia
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Após novo transplante, Faustão é internado na UTI por conta de uma infecção grave

O médico responsável pelos cuidados do apresentador explicou sobre essa condição potencialmente fatal chamada “sespe”

Kátia Flávia

10/08/2025 17h00

O médico responsável pelos cuidados do apresentador explicou sobre essa condição potencialmente fatal chamada “sespe”

Meus amores, acabei de chegar em casa de um belíssimo almoço de Dia dos Pais que fizemos em família, quando estou entrando no elevador e a minha vizinha de andar me manda um áudio comentando sobre o quadro de saúde do Faustão.

Acontece que a assessoria do hospital Albert Einstein, onde o apresentador está internado desde o dia 21 de maio, comunicou que ele está internado na UTI devido a um quadro de sepse.

Segundo a reportagem do portal Correio, o médico infectologista Victor Castro Lima, coordenador do Serviço de Infectologia do Hospital Mater Dei Salvador, deu uma breve explicação sobre a sepse e quais os seus possíveis riscos. Ele deixou claro que se trata de uma “condição clínica grave”.

“A sepse é uma condição clínica grave, e que leva a um risco de morte. A origem da sepse é uma infecção que pode ser uma infecção que acontece em qualquer parte do corpo. Por exemplo, pode ter origem em uma pneumonia, que é uma infecção dos pulmões, uma infecção de urina, uma infecção de pele e partes moles”, detalhou Victor.

Segundo o infectologista, Faustão foi internado no final do mês de maio com uma infecção bacteriana aguda, o que é o mais comum. “Qualquer microrganismo pode causar sepse, mas os agentes mais comuns são as bactérias. A sepse é ocasionada por uma resposta desregulada do sistema imunológico do corpo da pessoa a esse processo infeccioso. E essa resposta desregulada, ela leva a comprometimento de órgãos e sistemas”, explicou o doutor, sobre o diagnóstico.

O médico afirmou que o risco do paciente vim á óbito é grande nesses casos: “A pessoa pode ter, por exemplo, uma disfunção no rins, uma disfunção no fígado, alterações cardiovasculares, alterações respiratórias e essas condições levam a um risco aumentado de uma condição grave que é, de uma forma mais extrema, o óbito”.

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