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Kátia Flávia
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Ana Paula Renault se revolta com figurino e peita o BBB 26

Ana Paula Renault bateu de frente com a produção do BBB 26 ao recusar o vestido enviado para a festa de sexta-feira, 13. Após pedir outra roupa, ouvir uma negativa e discutir com colegas, a jornalista ameaçou não participar do show da semana.

Kátia Flávia

14/03/2026 8h15

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A veterana demonstrou forte insatisfação ao receber o figurino enviado pela produção do programa e deixou claro que não pretendia usar a peça. (Foto: Reprodução/Google Imagens)

Meu povo, eu precisei pausar a esteira porque Ana Paula Renault simplesmente peitou a produção do BBB 26 depois de receber o figurino da festa de sexta-feira, 13, olhar para o vestido e decretar que aquilo era um “trapo”. Sim, minha filha, ela comprou a briga inteira, com juros e correção monetária. O programa mostrou a jornalista revoltada com a roupa enviada para o evento e decidida a não engolir o look calada, o que já transformou uma simples entrega de figurino num barraco de camarim com cheiro de clássico instantâneo. E eu vou falar uma coisa para vocês, meu amor: em reality, roupa de festa não é detalhe, é ego, vitrine e munição social. Quem entra num ao vivo se sentindo malvestida já entra perdendo metade da pose.

A primeira confusão aconteceu assim que Ana Paula recebeu o look e deixou claro que não tinha gostado da opção escolhida pela produção. Ela pediu outra roupa, tentou negociar e ouviu do Big Boss que todos os participantes deveriam seguir as regras do programa. O aviso foi seco, daquele tipo que já vem com trilha de ameaça no fundo. A voz do programa ainda soltou que “o figurino não é brincadeira” e mandou seguir o jogo. Só que Ana Paula não é exatamente conhecida por baixar a cabeça para ordem com cara de memorando. Aí mora o tempero da coisa. Ela tem histórico de falar o que pensa, de comprar desgaste quando se sente afrontada e de transformar incômodo em cena. Pode até dividir opinião, mas ninguém chama a mulher de planta. Se tem famoso surtando, tem Kátia anotando.

Depois do recado oficial, Ana Paula foi até a sala pedir para conversar com a produção e insistiu que queria resolver a situação. Foi ali que a treta deixou de ser birra de figurino e virou crise de bastidor. Milena Lages tentou acalmar os ânimos e sugeriu que ela usasse a roupa e trocasse depois, num daqueles conselhos com energia de tia sensata em festa de família. Só que Ana Paula rebateu na hora e manteve a irritação em temperatura de ebulição. Meu bem, eu quase gritei “me respeita, Brasil” para o celular, porque quem assiste reality sabe reconhecer o momento exato em que a pessoa sai do incômodo e entra no modo “agora eu vou até o fim”. E isso pesa ainda mais quando a participante sabe que está sendo observada, julgada e memeada em tempo real pelo país inteiro.

A situação azedou de vez quando Ana Paula entrou no confessionário, continuou sem conseguir trocar o figurino e avisou que, se tivesse de usar “o trapo” que deram, ela não iria para o show. Pronto. Aí já era. O caso saiu do campo da reclamação e aterrissou no território sagrado do climão televisionado. Do quarto do líder, Alberto Cowboy e Jonas Sulzbach acompanharam tudo pelo telão e comentaram a movimentação como bons analistas de caos alheio. Um percebeu que ela tinha colocado a própria roupa, o outro reagiu com espanto, e a casa ganhou aquele subenredo delicioso que às vezes rende mais do que a festa em si. Isso aqui parece roteiro de reality ruim, só que real. E a graça está justamente aí. Enquanto a produção tenta vender controle e regra, aparece uma participante revoltada devolvendo personalidade, vaidade ferida e insubordinação fashion.

O que ficou dessa história foi uma Ana Paula disposta a bancar a própria insatisfação até o fim, uma produção fazendo valer a cartilha do programa e uma casa inteira assistindo ao barraco como se estivesse diante da final da Copa do Camarim. Eu tive que sentar para processar porque chamar o vestido de “trapo” já coloca a cena numa prateleira nobre da televisão brasileira, aquela onde mora a sinceridade raivosa que vira meme em cinco minutos. Pode ter gente chamando de estrelismo, pode ter fã defendendo como autenticidade, mas uma coisa eu garanto, meu povo: ela entregou assunto, entregou climão e entregou o tipo de confusão que reality adora fingir que não quer, mas vive agradecendo nos bastidores. Guardem esse capítulo na pastinha da vergonha alheia de luxo, porque barraco com figurino sempre deixa sobra para o dia seguinte.

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