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Kátia Flávia
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Alanis Guillen consegue medida protetiva contra ex-namorada por perseguição

A atriz Alanis Guillen obteve na Justiça do Rio de Janeiro uma medida protetiva contra a ex-namorada, a produtora Giovanna Reis, após relatar episódios de perseguição, ameaças e invasão de privacidade. O caso foi enquadrado na Lei Maria da Penha, com despacho assinado em 29 de abril

Kátia Flávia

04/05/2026 8h15

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Alanis Guillen consegue medida protetiva contra ex-namorada por perseguição | Reprodução

Amores estava aqui , tomando o primeiro café da manhã, quando um contato ligou com uma informação que precisava sair antes de qualquer coisa: Alanis Guillen acionou a Justiça e obteve uma medida protetiva contra a ex-namorada, a produtora Giovanna Reis. A notícia foi confirmada pela coluna do Gabriel Vaquer , da Folha de S. Paulo.

O relacionamento entre as duas chegou ao fim em março, após publicações antigas de Giovanna, de 2012, virem à tona com conteúdo racista e homofóbico. A produtora pediu desculpas públicas, alegando ser menor de idade à época e estar enfrentando questões psicológicas. Foi depois do término, porém, que a situação escalou.

Conforme o processo, Giovanna teria passado a insistir em contatos frequentes e a fazer ameaças de exposição de aspectos da vida pessoal de Alanis. O relato ainda cita comparecimentos não autorizados à residência da atriz e situações que teriam envolvido pessoas do elenco de Três Graças, da Globo, novela em que Alanis está no ar atualmente. A defesa apresentou mensagens, registros e testemunhos à Justiça, que acatou os argumentos.

Com a medida em vigor, Giovanna Reis está proibida de entrar em contato com Alanis por qualquer meio, incluindo telefone, redes sociais e e-mail, além de ser obrigada a manter distância mínima de 300 metros da atriz, de sua residência e de seu local de trabalho. A produtora também está impedida de fazer declarações públicas ou divulgar conteúdos relacionados à vida privada da artista em qualquer plataforma.

O caso foi enquadrado na Lei Maria da Penha, com reconhecimento judicial de indícios de violência psicológica, perseguição e constrangimento. A aplicação da lei em um relacionamento entre mulheres reforça o entendimento consolidado de que seus mecanismos de proteção alcançam vítimas independentemente do gênero das envolvidas. Alanis Guillen buscou a proteção que estava ao seu alcance, e a Justiça reconheceu.

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