Você já percebeu que determinados alimentos parecem fazer bem, mas, na prática, deixam a barriga mais inchado, aumentam a acne, celulite, pioram a digestão ou provocam desconfortos que acabam sendo considerados “normais”? Foi a partir dessa observação clínica e da experiência prática na área da saúde integrativa que surgiu o conceito dos Alimentos Inflamatórios Falsamente Saudáveis (AIFS).
Segundo Isadora Nogueira, empresária, comunicadora e referência em saúde integrativa, alguns sinais que os AIFS afetam o corpo parecem comuns, como por exemplo ter uma pochete teimosa, ter gases todos os dias, celulite, ter queda de cabelo, refluxo e estufamento. “Isso não é saúde, isso é um corpo tentando sobreviver ao que está sendo feito com ele”, afirma.

Para Isadora:
“Hoje existe uma tendência de tratar qualquer alimento como inofensivo. Mas basta observar o próprio corpo para perceber que pessoas diferentes respondem de maneiras diferentes aos mesmos alimentos. Ignorar esses sinais significa deixar de ouvir um dos principais indicadores do nosso estado de saúde.”
Os chamados AIFS correspondem a alimentos que frequentemente são comercializados como opções saudáveis ou fazem parte da rotina alimentar da população, mas que, em determinadas pessoas, podem estar associados ao agravamento de sintomas físicos, dificuldade para perder gordura corporal e piora da qualidade de vida.
“Quando eu digo isso as pessoas falam ‘nossa, mas eu não posso comer uma pizza?’, na verdade o que penso é que quanto mais saudável você é, mais liberdade você tem. E eu estou falando de ser saudável de verdade, não de ficar comendo barrinha fit achando que está sendo saudável”, complementa Isadora.
“Quanto mais saudável uma pessoa realmente é, maior costuma ser sua liberdade alimentar. O problema não é uma refeição isolada, mas a exposição diária a alimentos que o organismo pode não estar tolerando bem.”
Dentro dessa abordagem foi desenvolvido o Protocolo Restart, um método criado por profissionais da saúde com atuação na área da saúde integrativa para auxiliar pessoas que desejam reorganizar a alimentação, reduzir sintomas relacionados ao estilo de vida e construir hábitos mais consistentes.
O protocolo propõe um período estruturado de reorganização alimentar, acompanhado por orientações práticas e estratégias voltadas para facilitar a adesão ao processo, permitindo que cada pessoa observe como seu próprio organismo responde às mudanças realizadas.
Para Isadora, um dos maiores desafios atuais é fazer com que as pessoas voltem a prestar atenção aos sinais emitidos pelo próprio corpo.

“Quando você entende como o seu corpo funciona e aprende a reduzir a inflamação, controlar a fome, equilibrar a alimentação e criar hábitos consistentes, o resultado deixa de ser um sofrimento e passa a ser consequência. Foi exatamente por isso que foi desenvolvido o Protocolo Restart, para mostrar que emagrecer e definir o corpo não depende de milagres, mas de um método que ensina o caminho certo”.
O Protocolo Restart faz parte do aplicativo educacional Meu Restart, plataforma que reúne conteúdos sobre alimentação, hábitos de vida e acompanhamento da jornada dos participantes.
Mais informações podem ser encontradas no MeuRestart.com.