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Kátia Flávia
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After na mansão: Vini Jr. marca gol, barra celulares e enche mansão de mulheres e famosos

Jogador marcou na goleada da Seleção sobre o Panamá e levou a comemoração para sua casa na Barra, com convidados conhecidos e celulares proibidos

Kátia Flávia

01/06/2026 18h00

Vini Jr. recebeu famosos e atletas em sua mansão na Barra da Tijuca após a partida

Vini Jr. recebeu famosos e atletas em sua mansão na Barra da Tijuca após a partida

Vini Jr. transformou a vitória da Seleção Brasileira sobre o Panamá em uma noite paralela de celebração na Barra da Tijuca. Depois de marcar o primeiro gol do Brasil na goleada por 6 a 2, no domingo (31), o atacante recebeu jogadores, famosos e convidados em sua mansão, onde os celulares foram proibidos, segundo informações divulgadas pelo Extra.

Eu estava no Cosme Velho tentando transformar a sala em redação de guerra, com o notebook aberto, o carregador desaparecido, um café forte o bastante para levantar defunto e três fontes falando ao mesmo tempo no viva-voz, quando uma mensagem chegou com aquele cheiro inconfundível de bastidor blindado: “teve after na casa do Vini, sem telefone”. Eu parei de procurar o carregador. Porque, meu amor, quando um jogador faz gol, enfrenta um Maracanã inflamado, defende ex nas redes e ainda fecha a noite com festa sem celular, a fofoca não bate na porta. Ela invade pela janela, senta no sofá e pede gelo.

A comemoração aconteceu na mansão de Vini Jr., na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O atacante havia sido um dos protagonistas da partida contra o Panamá, abrindo o placar para a Seleção Brasileira em uma noite que terminou com goleada, repercussão nas arquibancadas e assunto sobrando para o pós-jogo.

Na festa, como costuma acontecer em encontros privados de atletas e celebridades, os convidados não puderam usar celulares. A regra de proibir aparelhos ajuda a evitar registros não autorizados e a manter o controle sobre o que sai da comemoração. Em português direto: entrou, guardou o telefone e fingiu que a memória ainda funciona sem story.

Entre os nomes conhecidos que passaram pelo after estavam Ludmilla, Orochi e Chico Moedas. Jogadores também marcaram presença, como Endrick e Éder Militão, acompanhados de suas esposas, Gabriely Miranda e Tainá Castro. A lista reforça o tamanho social que Vini Jr. ocupa hoje: não é só jogador decisivo em campo, é também ponto de encontro de celebridade, música, futebol e influência.

A noite veio depois de um domingo em que o Maracanã pareceu funcionar em modo explosão. A Seleção goleou, Vini marcou, torcedores gritaram o nome de Neymar após o empate momentâneo do Panamá, Virgínia Fonseca foi alvo de ataques na arquibancada e o pós-jogo ainda rendeu climão nos bastidores da transmissão. No meio desse furacão, o camisa 7 saiu de campo com gol e terminou a noite recebendo convidados em casa.

Romário também entrou no circuito de comemorações. No mesmo bairro, o ex-jogador celebrou o resultado da Seleção com pagode e recebeu nomes como Sarah Andrade, Alberto Cowboy, Jonas Sulzbach e Edílson Capetinha. A Barra, pelo visto, virou extensão oficial do Maracanã depois do apito final.

A delegação comandada por Carlo Ancelotti embarcou nesta segunda-feira (1º) para os Estados Unidos, onde fará os últimos ajustes antes da Copa do Mundo de 2026. O Brasil ainda enfrenta o Egito no próximo sábado (6) e estreia no Mundial no dia 13, contra o Marrocos.

Eu finalmente achei o carregador dentro de uma bolsa que eu não usava desde um batizado em Niterói, enquanto uma fonte jurava que “ninguém filmou nada” e outra dizia “ninguém filmou nada oficialmente”, que são duas frases completamente diferentes no idioma da celebridade. Vini Jr. ganhou, marcou, virou assunto dentro e fora do estádio e terminou a noite com mansão fechada, telefone barrado e famoso circulando sem prova material. Isso não é after, meu amor. É operação sigilosa com buffet, pagode emocional e segurança de Copa.

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