Gente, o telefone de Kátia tocou e era a produção lá da Globo direto contando tudo antes mesmo da reprise, porque sabem que ninguém acompanha A Nobreza do Amor com mais fervor que ela! E olha, valeu cada segundo de expectativa: Chinua revelou pra Dumi que Kênia foi encarcerada a mando de Jendal, e Akin, coitado, ainda concluiu que a princesa se rebelou mesmo contra o próprio pai. Ninguém merece um pai tirano desses, francamente.
O capítulo seguiu recheado: Alika confessou pra Tonho que carrega uma dívida de gratidão com Omar, Ana Maria se ofereceu como voluntária na escola ao lado de Vera/Niara e arrancou aquele orgulho puro de Casemiro, cena de encher os olhos. Só que nem tudo foi flor: Mirinho provocou Manoel na frente de Casemiro, Diógenes começou a desconfiar da greve de fome de Virgínia, e Dôra abriu o coração contando a história da mãe Luzia pra Maria Helena. Virgínia, desesperada, fugiu do castigo e correu pra Graça, e Viriato contou pra Belmira que foi a própria Virgínia quem o denunciou pro bispo, treta feia! Fechando com chave de ouro tenso, Dumi tentou libertar Kênia e levou um susto homérico ao ser flagrado por Pascoal.

No capítulo de sexta a adrenalina não deu trégua: Dumi conseguiu fugir e Kênia, com aquela classe de mocinha que não se curva, humilhou Pascoal publicamente, glória! José presenteou Teresa e Alika com uma máquina de costura pro ateliê, gesto lindo, e Mirinho confrontou Virgínia sobre o motivo do castigo de Diógenes. Belmira contou pra Diógenes a atitude covarde de Virgínia contra Viriato, e o pai foi resgatar a filha na casa de Graça avisando que a punição viria com todo rigor. Malungo se aproximou do porto de Recife, sinal de que vem novidade grande por aí, Mirinho sofreu um acidente e ficou fora da festa de São Pedro por ordem de Onildo, e Diógenes anunciou que Virgínia terá que ajudar o padre Viriato nos trabalhos da igreja, penitência e tanto. Pascoal encontrou Ladisa, mistério novo se formando, e pra fechar o pacote de bomba, Jendal libertou Kênia só pra despistar as pretendentes a noiva, mas não perdeu a chance de ameaçar a própria filha. Que pai desgraçado, sinceramente!

Kátia fecha essa cobertura fervendo por justiça: que Kênia escape do punho de ferro de Jendal de vez, que Virgínia entenda que covardia sempre cobra a conta, e que Dumi e Kênia finalmente respirem livres longe dessa loucura toda. Vilão barra pesado é vilão que vai cair feio, e mocinha que resiste sempre triunfa no final, essa é lei da teledramaturgia e Kátia não abre mão dela!