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BBB

Astrólogos já apontavam Ana Paula Renault como vencedora do reality show

Redação Jornal de Brasília

17/04/2026 7h09

Ana Paula Renault é a favorita | Créditos: Globo

Créditos: Globo

Folhapress

Antes de qualquer câmera ligar, antes de o primeiro confessionário abrir, dois especialistas já tinham uma leitura bastante precisa do que seria o BBB 26. Em 9 de janeiro, três dias antes da estreia, a astróloga Dani Tomasi publicou no Personare suas previsões para a edição: uma temporada estratégica, cheia de alianças instáveis, com o poder nas mãos do público e uma mulher resiliente chegando ao topo.

Quatro dias depois, o astrólogo e numerólogo Yub Miranda foi mais direto. Usando o mapa astral do momento exato da estreia, em texto publicado aqui no F5, ele apontou que a vencedora seria uma mulher intensa, polêmica e com história anterior no programa. Citou Ana Paula Renault como um dos nomes que se encaixavam no perfil.

Às vésperas da final, marcada para 21 de abril, dá para conferir ponto a ponto o que foi previsto. O resultado é difícil de ignorar. Quer entender o que os astros indicam para o seu próprio momento? Veja o seu horóscopo personalizado no Personare

A EDIÇÃO DOS JOGADORES PROFISSIONAIS


Dani Tomasi havia escrito no Personare que o ascendente em libra produziria “a política da boa vizinhança” nos primeiros dias, com alianças formadas por necessidade e não por afinidade.

Já o Sol em capricórnio sinalizava “o fim da era dos participantes ingênuos”: um elenco focado no prêmio e na gestão de carreira pós-BBB, tratando o confinamento como empreendimento comercial.

O BBB 26 entregou exatamente isso. De um lado, Jonas Sulzbach, Alberto Cowboy e Sarah Andrade formaram a “Divina Trindade”, um dos grupos mais coesos da temporada. Do outro, a aliança entre Ana Paula, Milena Moreira e Juliano Floss dominou a edição com a mesma lógica: charme como ferramenta, prêmio como objetivo. Os três chegaram ao top 5.

A EDIÇÃO DAS TRETAS HISTÓRICAS


A Lua em escorpião, segundo Dani, tornaria os embates inevitáveis e faria com que “as ofensas tocassem em feridas profundas”. A edição bateu recorde de expulsões: Paulo Augusto Carvalhaes saiu após empurrar Jonas, Sol Vega foi retirada após agressão física a Ana Paula, e Edilson Capetinha deixou o programa após embate com Leandro Rocha.

O episódio mais marcante foi o de Solange Couto, que acumulou falas pesadas contra Ana Paula, incluindo referências à mãe já falecida da rival. O resultado foi uma rejeição de 94,17%, a maior da temporada, e uma onda de solidariedade ao público que só consolidou ainda mais a favorita.

A previsão de que “o que tentarem esconder virá à tona da pior forma” teve cara e nome na reta final. Ao ser eliminada, Marciele Albuquerque descobriu que Jordana Morais, sua principal aliada, havia trocado beijos com Jonas, participante com quem ela mesma mantinha um envolvimento.

A reação de Marciele ao assistir às imagens resume bem o episódio: “A cobra não era a Ana Paula, não, tá? Gente, tô chocada com a Jordana”.

OS APELIDOS QUE VIRARAM CAMPANHA PUBLICITÁRIA


Dani havia previsto que o filtro social dos participantes falharia sob pressão, com “sarcasmo ácido destruindo estratégias construídas ao longo de semanas”. Ana Paula cumpriu a previsão com folga: distribuiu apelidos ao longo do jogo e transformou adversários em personagens.

Jonas virou “Quinta Série”, Alberto Cowboy passou a ser “Humberto”, Maxiane Rodrigues ficou como “Coordenadora do Resort” e Jordana ganhou o nome de “Jordan”.

A ironia do capítulo final: Jonas e Maxiane adotaram os apelidos em campanhas publicitárias após sair do programa. O que foi dito como provocação virou branding.

O PODER DO PÚBLICO COMO PROTAGONISTA


Esse talvez tenha sido o acerto mais estrutural de Dani Tomasi. Ela havia descrito que Plutão em aquário transferiria “o controle das mãos da direção do programa para a massa” e listou dinâmicas concretas: o Laboratório de pré-candidatos, possíveis substituições de elenco e três big fones no lugar dos dois das edições anteriores.

O BBB 26 trouxe uma mecânica inédita: pela primeira vez, o público votou para compor o grupo pipoca por meio de cinco casas de vidro distribuídas nas cinco regiões do Brasil. O sistema de votação também foi revisado, com o voto único pesando 70% no resultado final.

A VENCEDORA QUE OS ASTROS JÁ TINHAM EM MENTE


Yub Miranda usou o mapa astral do momento exato da estreia para identificar o meio do céu em câncer, cujo regente é a Lua, arquétipo feminino. A Lua posicionada em escorpião refinava o perfil: intensa, polêmica, que despertaria paixões extremas, passaria por crises profundas e renasceria mais forte.

O aspecto entre a Lua e Júpiter retrógrado em câncer adicionava um elemento a mais: retorno, ex-participante, alguém com história anterior no reality.

Ana Paula dá check em tudo isso. Veterana, ex-BBB que voltou ao programa, sobreviveu a três paredões, assumiu a liderança e chega à reta final como maior favorita.

A astrologia não garante resultados. Ela aponta tendências e oferece uma leitura simbólica dos momentos. O que esta edição mostrou é que, quando lida com cuidado, ela diz muita coisa antes de qualquer câmera ligar.

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