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9° Festival Curta Brasília anuncia filmes vencedores da edição virtual de 2020

Mãtãnãg, a Encantada, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho, e Quantos eram pra tá?, de Vinícius Silva, dividiram o prêmio de Melhor Filme – Júri Popular da Mostra Nacional

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A cerimônia de premiação aconteceu na noite desta segunda-feira (21), em Brasília, com o anúncio dos premiados pela plataforma CVR de realidade virtual e pelo YouTube do Festival, com performance e apresentação da drag Larissa Hollywood. O público de mais de 10 países prestigiou de casa a entrega de 7 prêmios do festival, entre Prêmios oficiais de Júri Popular, Prêmio Cine França Brasil, Prêmio Provocações, Prêmio Brazucah e Troféu Cinememória.

Troféus da 9° edição do Curta Brasília

Nesta edição, houve um empate entre Mãtãnãg, a Encantada, e o curta Quantos eram pra tá?, de Vinícius Silva, na categoria Curta Brasília de Melhor Filme Nacional.

“Esse ano estreamos a versão online do Festival em parceria com Looke e Fórum dos Festivais, e celebramos com alegria que o cinema brasileiro tenha alcançado um público tão plural, em mais de 10 países. O empate revela que o principal é esse reconhecimento e diálogo com o público, e não uma competição por prêmios. Todos ganham com essa visibilidade maior de olhares”, comenta Ana Arruda, diretora do Festival.

O Prêmio Cine França Brasil, oferecido pela Embaixada da França, foi para o filme “Os Últimos Românticos do Mundo” de Henrique Arruda. O júri, composto pela roteirista Mariana Brecht e pelo cineasta João Paulo Miranda, comentaram no anúncio sobre a programação nacional e o desafio da escolha:

“Os filmes desta edição do Curta Brasília nos fazem viajar durante um período de confinamento. Não só visitando múltiplos territórios do Brasil e suas idiossincrasias, mas também navegando pelas possibilidades de um mundo diferente, mais justo, mais plural, mais amoroso. Por isso, gostaríamos de parabenizar cada artista envolvide na produção destas obras”.

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Já na categoria Melhor Filme do DF, pelo Selo Tesourinha, o escolhido pelo júri popular foi A Terra em que Pisar, de Fáuston da Silva. A produção também conquistou outro importante prêmio, o Brazucah.

“Esse ano ficamos ainda mais felizes em premiar um título que aborda um tema tão importante para a nossa sociedade. Temos certeza que essa obra audiovisual nos possibilitará muita conversa boa em nossas sessões ao ar livre ou no formato que for possível em 2021. Vamos problematizar o Brasil a partir da arte, para que a partir da arte possamos mudar nosso país”, explica Cynthia Alario, da comissão da Brazucah.

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O Fundo Brasil de Direitos Humanos concedeu o prêmio Provocações ao filme O que pode um corpo? de Victor di Marco e Márcio Picoli. Para o Fundo Brasil, apoiar a Mostra Provocações é uma oportunidade de dialogar com o público. “Por sua própria natureza, o Festival atrai pessoas interessadas em dialogar e transformar a sociedade em que vivemos. Um público que reconhece em si mesmo, assim como na arte, esse potencial de transformação”, disse Débora Borges, gerente de Relacionamento com a Sociedade do Fundo Brasil.

O cineasta Vladimir Carvalho premiou o filme As rendas de Dinho, de Adriane Canan, “pela sensível percepção do tema do documentário e pela visada humana da documentarista”, com o Troféu Cinememória. Outro prêmio oficial do festival, também por júri popular, foi para o Melhor Cartaz, do filme A Barca, com arte assinada pela Nataska Conrado.

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Mais de 10 países estiveram conectados com o Curta Brasília

O Curta Brasília, à frente do tempo, criou a plataforma CVR de realidade virtual, em que o público e realizadores puderam estar juntos ao mesmo tempo num espaço de interatividade por meio de avatares durante cinco dias, tendo 13 filmes 360 de 11 países e três debates com profissionais de VR de destaque internacional, somando um público virtual com mais de 1.000 acessos de 10 países (Alemanha, Brasil, Canadá, Dinamarca, França, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Portugal, Suécia e Suíça).

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“É um sonho antigo do Curta transpor realidades e unir tecnologia com arte de forma democrática. Criamos a plataforma CVR, numa parceria da Sétima Cinema com a Virtual Planet Tech, com o patrocínio da Embaixada do Reino dos Países Baixos e da França, como uma forma de promover internacionalmente a realidade virtual de modo seguro – especialmente no contexto da pandemia e distanciamento social – podendo ter a aglomeração virtual em formato imersivo, divertido e acessível” complementa Ana Arruda, diretora do Festival.

Dessa forma, o Curta Brasília encerra sua nona edição, indicando possíveis futuros do cinema no mundo, compartilhando histórias e olhares por meio do curta-metragem.

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O Festival é uma realização da Sétima Cinema, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF; patrocínio da Embaixada do Reino dos Países Baixos e Embaixada da França; parceria do Instituto Cultural da Dinamarca; apoio da Embaixada da Espanha, Fundo Brasil de Direitos Humanos, Looke e Fórum dos Festivais.

Confira abaixo a lista completa com todas as produções vencedoras do Curta Brasília 2020:

Troféu Curta Brasília de Melhor Filme Nacional:
Escolhido por Júri Popular
“Mãtãnãg, a Encantada”, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho (MG)
“Quantos eram pra tá?”, de Vinícius Silva (SP)

Troféu Curta Brasília de Melhor Filme do DF:
Escolhido por Júri Popular
“A Terra em que Pisar”, de Fáuston da Silva (DF)

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Prêmio Cine França Brasil (viagem e exibição do filme no país)
Oferecido pela Embaixada da França
Selecionado por comissão: Mariana Brecht e João Paulo Miranda
“Os Últimos Românticos do Mundo”, de Henrique Arruda (PE)
Menção Honrosa: “Mãtãnãg, a Encantada”, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho (MG)
Menção Honrosa: “Ainda Te Amo Demais”, de Flávia Correia (AL)

Prêmio Brazucah:
R$1.000 para filme da Mostra Nacional e inclusão de curta em um dos projetos itinerantes da produtora Brazucah 2021.
Comissão: Cidalio Vieira Santos, Cynthia Alario e Marco Costa.
“A Terra em que Pisar”, de Fáuston da Silva (DF)

Prêmio Provocações:
Oferecido pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos. R$1.000,00 – eleito por comissão da fundação
“O que Pode um Corpo?”, de Victor di Marco e Márcio Picoli (RS)

Troféu Curta Brasília de Melhor Cartaz:
Concurso online por Júri Popular
“A Barca”, do diretor Nilton Resende, feito pela artista Nataska Conrado (AL)

Troféu Cinememória:
Prêmio de Vladimir Carvalho para melhor documentário
“As Rendas de Dinho”, de Adriane Canan (SC)

Serviço
9° Festival Curta Brasília – Edição online 2020
Relação dos premiados: https://www.curtabrasilia.com.br/premios/
Vídeo da premiação e das comissões dos prêmios: https://youtu.be/HJqgqnrqTF0




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