Raphaella Sconetto
Raphaella.sconetto@grupojr.com
Um prédio do Setor de Radio e TV Norte foi esvaziado no final da manhã desta segunda-feira (22). Funcionários apontavam que o piso do 5º andar do PO 700, onde funciona o Ministério da Saúde, está rachando e que a garagem também está cedendo. No local também funciona a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil estiveram no local e fizeram uma avaliação. Ficou constatado que não há risco de desabamento e que foi um problema pontual no 5º andar. O edifício foi liberado por volta das 14h.
“O que aconteceu foi um deslocamento do piso. Segundo informações dos engenheiros, não há risco estrutural nem de desabamento”, tranquilizou a coronel da Solange Ribeiro, da Defesa Civil.
Tumulto
Nenhum alarme ou sirene tocou para alertar os funcionários. No “boca a boca”, eles desceram às pressas para o térreo do edifício. Uma mulher, que não quis se identificar, conta que está trabalhando no prédio desde o fim do ano passado e costuma sentir o piso tremer.
“Trabalho no 1º andar, não ouvi nenhum barulho de rachadura. Mas desde que nos mudamos para cá o prédio treme. Não sei se é normal, se foi feito para isso, ou se é algum problema”, afirma.
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
- Foto: Arquivo pessoal
Fotos: Arquivo pessoal
Sobre a evacuação, ela alegou que preferiu sair do prédio por precaução. “Não houve solicitação oficial para descer, foi por precaução. Uns estão dizendo que o piso do 5º andar está rachado, outros já falaram da garagem, mas está sendo avaliado ainda. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu”, acrescenta.
A secretária Andrea Nunes, 48 anos, estava no elevador quando colegas começaram a descer. “Estava subindo para o meu andar quando uma colega do 5º disse que o piso tinha rachado. Aí todo mundo preferiu vir para o térreo”, comenta.
Apesar da falta de informações, funcionários estão tensos. Alguns já retiram os carros da garagem. O Jornal de Brasília procurou o Ministério da Saúde, mas ainda não teve retorno.
- Foto: Rayra Paiva Franco/Jornal de Brasília
- Foto: Rayra Paiva Franco/Jornal de Brasília
- Foto: Rayra Paiva Franco/Jornal de Brasília
- Foto: Rayra Paiva Franco/Jornal de Brasília
- Foto: Rayra Paiva Franco/Jornal de Brasília
















