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Justiça desarquiva processo da morte da mãe de Paulo Osório

Assassino confesso do menino Bernardo, de 1 ano e 11 meses, Paulo matou a própria mãe em 1992, quando tinha apenas 18 anos

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em

Foto: Reprodução
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Da redação
redacao@grupojbr.com

A Vara de Execuções Penais (VEP) decidiu desarquivar o processo sobre a morte da mãe de Paulo Roberto de Caldas Osório, 45 anos. Paulo Osório matou a genitora, Neuza Maria, em 1992.

O motivo do desarquivamento não foi especificado. Contudo, há indícios de que as autoridades estejam em busca do laudo psiquiátrico de Paulo. 

No dia 12 de março de 1992, quando tinha 18 anos, Paulo matou a própria mãe, identificada como Neuza, assim que ela chegava de uma caminhada no Parque da Cidade. Ele teria pensado que se tratava de um ladrão e a golpeou a facadas. Depois, enforcou-a com uma corda e ateou fogo no corpo, conforme o Jornal de Brasília noticiou em 14 de março de 1992. 

Foto: Cedoc/Jornal de Brasília

Há indícios de que Paulo tenha problemas psicológicos. O suspeito é funcionário concursado do Metrô-DF e está afastado justamente por este motivo.

O nome de Paulo Osório tem estampado as primeiras páginas do noticiário local por conta da morte do filho, Bernardo, de 1 ano e 11 meses. Paulo confessou que matou a criança e jogou o corpo em uma mata. O cadáver de Bernardo foi encontrado na última sexta (6), em Palmeiras-BA — a confirmação que se tratava de Bernardo foi divulgada pelo Instituto Forense da Polícia Civil (PCDF) no sábado (7).


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