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Datafolha: brasilienses veem trabalho por aplicativo como complemento de renda

Pesquisa indica que 60% da população já trabalhou ou conhece alguém que já dirigiu ou fez entregas usando aplicativos como Uber

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Uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha indicou que, no Distrito Federal (DF), 60% da população já trabalhou ou conhece alguém que já dirigiu ou fez entregas usando aplicativos como Uber, índice acima da média nacional

De acordo com a pesquisa, foi possível identificar que a grande maioria dos moradores de Brasília concorda que dirigir ou fazer entregas usando aplicativos como o da Uber é uma vantagem para quem precisa de flexibilidade de horários.

A pedido da Uber, o Datafolha realizou um levantamento nacional para entender os impactos econômicos e sociais dos aplicativos, no momento em que o país passa por um período crítico sem precedentes devido à pandemia de Covid-19, com redução da renda e aumento do desemprego.

De acordo com o levantamento, 89% dos brasilienses concordam que a atividade usando aplicativos como o da Uber “é uma vantagem para quem precisa de flexibilidade de horário para trabalhar”. Além disso, a grande maioria também concorda que essa atividade “é uma forma de gerar renda para quem perdeu o emprego” (98%) ou “uma forma de complementar a renda para quem teve redução de rendimentos” (97%).

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A pesquisa, realizada pelo Datafolha em âmbito nacional e nove regiões metropolitanas, utilizou metodologia quantitativa e ouviu por telefone 3.271 pessoas com 16 anos ou mais, nas cinco regiões do país, entre 16 de setembro e 7 de outubro.

Segundo o Datafolha, um pouco mais da metade da população brasileira (54%) já trabalhou ou conhece alguém que já dirigiu ou fez entregas usando aplicativos como Uber. O dado dá uma ideia da importância dessa atividade no mercado de trabalho, uma vez que representa cerca de 80 milhões de brasileiros que atuaram diretamente ou conhecem alguém que tenha atuado no setor.

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No Distrito Federal, em que a Uber está presente desde 2015, esse índice é ainda maior: 60% dos moradores já trabalharam ou conhecem alguém que tenha trabalhado fazendo uso de aplicativos.

A pesquisa aponta também que, para 41% dessas pessoas, a necessidade de complemento de renda foi o principal motivo para a decisão de entrar na atividade – única das regiões metropolitanas pesquisadas em essa razão ficou em primeiro.

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Na segunda posição ficou a busca de alternativas para quem ficou sem trabalho – 39% responderam que o motivo principal foi perda do emprego. O desejo de trabalhar de forma independente aparece em terceiro, segundo os entrevistados – 8% responderam que o motivo principal foi “poder trabalhar sem chefe controlando”. Na sequência ficou o motivo de quem procurava sua primeira ocupação (5%) e de quem tentava se manter ou voltar ao mercado de trabalho (4%).




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