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Contrato de gestão do ArenaPlex será assinado nesta sexta (26)

ArenaPlex é o complexo que abrange Mané Garrincha, Ginásio Nilson Nelson e o Complexo Aquático Cláudio Coutinho. Objetivo é, segundo as autoridades, dar vida ao local

Willian Matos

Publicado

em

Foto: Divulgação / Terracap
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Willian Matos
redacao@grupojbr.com

O contrato de concessão, válido por 35 anos, do Centro Esportivo de Brasília (ArenaPlex), será assinado nesta sexta-feira (26/7), ao meio-dia, pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e a empresa Arena BsB. O acordo prevê a gestão do complexo que abrange o Estádio Nacional Mané Garrincha, o Ginásio Nilson Nelson e o Complexo Aquático Cláudio Coutinho.

Além dos espaços esportivos, o modelo de negócio prevê a construção de um boulevard — espaço integrado de convivência, entretenimento e lazer. A cerimônia de assinatura será realizada na tribuna de honra do Estádio, às 12h.

O resultado do processo licitatório do ArenaPlex foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal em 4 de julho. A partir da assinatura, passa a contar o período de operação assistida, que dura 180 dias. Findo esse prazo, o Arena BsB passa a gerir integral e exclusivamente a operação do Complexo.

A concessão do equipamento público promete inserir Brasília no circuito nacional de grandes eventos, conforme já acontece no eixo Rio-São Paulo, transformando a rotina do brasiliense e atraindo à capital federal pessoas de outras cidades em busca de cultura, arte e grandes competições esportivas. No Mané, a população poderá aguardar por jogos de futebol de relevância, assim como shows com nomes nacionais e internacionais.

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Também serão adequadas e modernizadas as instalações do Ginásio Nilson Nelson. Os principais eventos previstos para o local são jogos de basquete, vôlei e shows e espetáculos que atraiam público de 10 a 15 mil pessoas. O Cláudio Coutinho, por sua vez, manterá o programa de utilização social.

Atualmente, o complexo aquático recebe mais de três mil crianças e adolescentes que praticam natação, polo aquático, salto ornamental, karatê, judô e deep water. A ideia é promover a massificação do acesso ao esporte e, ainda, sediar campeonatos regionais e nacionais de desportos aquáticos.

Boulevard Monumental

Um local propício ao encontro, onde a população e os turistas possam, ao ar livre, desfrutar das mais diversas atividades, opções de entretenimento e cultura, com segurança e boa infraestrutura. Essa é a proposta do Boulevard Monumental, que será construída atrás do Estádio Nacional e do Nilson Nelson e contará com cinema, teatro, casa noturna, restaurantes, academia, quadras esportivas, lojas, clínicas e escritórios.

Para tanto, o Arena BsB realizará, em até 180 dias, um concurso de arquitetura e urbanismo, de abrangência internacional, com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) ou instituto similar, para o desenvolvimento do projeto de requalificação de toda a área. O projeto deverá ter conformidade com a Lei Complementar n° 946, de 11 de setembro de 2018, que estabeleceu parâmetros de uso e ocupação do solo para o Setor de Recreação Pública Norte.

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Números

A expectativa é de que, durante o período de uso do complexo, o Arena BsB invista em reformas pontuais e revitalização, incluindo paisagismo e adequações no equipamento e na área de estacionamento, cujo valor deve ultrapassar R$ 700 milhões. Além disso, em 35 anos, terão sido repassados R$ 150 milhões em outorga à Terracap, considerando que o consórcio terá um prazo de carência de cinco anos para realização das obras, além do repasse de 5% do faturamento líquido.

O potencial de arrecadação durante os 35 anos é superior a R$ 3 bilhões, o que inclui os tributos pagos pelo Arena BsB e os incidentes sobre a receita do Boulevard. Ao todo, quatro mil empregos diretos devem ser gerados.

Soma-se a esse montante a economia aos cofres públicos com a dispensa da manutenção de todo o centro esportivo, na ordem de R$ 13 milhões ao ano.

Exposição

Durante a solenidade, os presentes poderão conferir uma exposição de 14 camisetas oficias autografadas, usadas por jogadores que fizeram história no futebol brasileiro e, ainda, que atuaram no gramado do Estádio Mané Garricha, como Pelé, Tostão, Rivelino e Neymar.

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As camisetas são parte do acervo de Arlindo Costa Neto. Ex-árbitro da Federação Bahiana de Futebol, o colecionador possui mais de 700 itens esportivos, todos utilizados em partidas oficiais. Com informações da Agência Brasília


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