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CLDF debate sobre decreto que limita horário de bares e restaurantes

De acordo com o decreto, a partir desta terça-feira (1º), bares e restaurantes só podem funcionar até as 23h

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O decreto do governador Ibaneis Rocha publicado hoje e que limita o horário de funcionamento de bares e restaurantes repercutiu na sessão extraordinária remota da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta terça-feira (1º). O decreto limita o funcionamento dos estabelecimentos para até as 23h.

O deputado Delmasso (Republicanos) considerou que o decreto do governador é uma medida importante para conter a segunda onda da pandemia. Delmasso também manifestou preocupação com a decisão do ministério da saúde, que anunciou hoje que pretende dar preferência para a vacina contra o novo coronavírus que funcione com dose única. “Não sabemos qual será a primeira vacina a ser autorizada e este decisão de limitar o tipo de vacina pode atrasar a vacinação da população”, lamentou.

Já a deputada Júlia Lucy (Novo) considerou que o decreto representa o cerceamento do funcionamento dos bares e restaurantes e pediu a sua revogação. Lucy argumentou que “não existe nenhum estudo que demonstre que a limitação de horário interfere na transmissão do vírus”. “O vírus não respeita horário de funcionamento. A limitação só tira do empresário a possibilidade de se manter vivo e também promove ainda mais aglomeração. Não faz sentido e não foi bem sucedido em nenhum lugar onde foi feito”, justificou ela.

O deputado Hermeto (MDB), vice líder do governo, disse que o decreto do governador é uma sinalização de alerta sobre a retomada do aumento de casos de Covid-19. Para ele, o governador está certo ao estabelecer a limitação. “A situação requer atenção, mas não é necessário fazer alarde exagerado”, afirmou, acrescentando que “o maior problema, no entanto, não são os bares e restaurantes, mas sim as festas e as chamadas baladas, depois da meia-noite”.

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A deputada Arlete Sampaio (PT) cobrou que o governo realize campanhas de conscientização sobre o isolamento social. Para ela, o GDF não pode deixar esta atribuição nas mãos dos comerciantes. “O governo deve divulgar claramente que as pessoas devem manter o isolamento social e fazer o acompanhamento das pessoas contaminadas. É necessária uma ação objetiva do governo”, assinalou.

As informações são da CLDF

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