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Autoridades lamentam morte de bombeira

Willian Matos

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Willian Matos
redacao@grupojbr.com

Autoridades do Distrito Federal lamentaram a morte de Marizelli Armelinda Dias, soldada do Corpo de Bombeiros (CBMDF) que morreu no último domingo (15) atingida por uma árvore em Taguatinga. A Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal (Asof/PMDF) e o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol-DF) se pronunciaram.

Lamentando a tragédia, o Sinpol-DF prestou solidariedade à família, amigos e colegas do CBMDF pela “inestimável perda”. Veja nota oficial:

Foi com imensa tristeza que a diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) recebeu a notícia da trágica morte de Marizelli Armelinda Dias, militar do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) na tarde deste domingo, 15.

Ela trabalhava no combate a um incêndio na vegetação localizada na QNL 02, em Taguatinga, nesta manhã. Durante o serviço, Marizelli foi atingida por uma árvore e por um fio de alta tensão. Ela foi socorrida, encaminhada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

O Sinpol-DF manifesta solidariedade à família, demais parente, amigos e com os colegas do Corpo de Bombeiros pela inestimável perda.

Asof

A Associação dos Oficiais da PMDF também prestou solidariedade e expressou sentimento de pesar.

A ASOF/PMDF, em nome dos Oficiais da Polícia Militar do
Distrito Federal, expressa a toda a Corporação do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) seu mais sincero sentimento de pesar pelo falecimento da SD/1 Marizelli Armelinda Dias, na tarde deste domingo (15/09), no cumprimento de seu dever. É com grande consternação que a ASOF estende também toda a sua solidariedade à família da SD/1 Marizelli Armelinda Dias.

Fatalidade

A soldada Marizelli Armelinda Dias, de 31 anos, trabalhava no combate a um incêndio florestal na QNL 2 de Taguatinga Norte na manhã de domingo (15) quando sofreu o acidente. Ela foi atingida por uma árvore, que caiu derrubando fios de alta tensão.

Ela foi levada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Além de fraturas, Marizelli teria sofrido um trauma craniano e não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito ainda no domingo.

A bombeira deixou dois filhos, de quatro e cinco anos. Colegas de trabalho consideram o acidente como fatalidade e lamentam a perda, afirmando que Marizelli era extremamente operacional para com o trabalho. O vídeo abaixo, que mostra a soldada puxando uma canção em meio a outros bombeiros, é possível notar o prestígio que a vítima tinha para com os companheiros.


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