Até 2010, health os
De acordo com o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Luiz Carlos Tanezini, a reformulação de toda a EPTG custará R$ 190 milhões – 70% bancados por empréstimos com o Banco Mundial (Bird) e os 30% restantes como contrapartida do GDF. Além de agregar mais uma faixa às três já existentes em cada sentido, o projeto inclui ainda a construção de duas vias auxiliares, com duas faixas cada. “Haverá faixas exclusivas para ônibus com pavimentação de concreto, o que aumenta a durabilidade da pista”, explica Tanezini.
Fluidez no trânsito
Primeira grande mudança na estrutura viária no DF dentro do programa Brasília Integrada – que visa modernizar todo o sistema de transporte do DF – o viaduto Israel Pinheiro levou 14 meses para ficar pronto e beneficiará principalmente moradores de Vicente Pires, Águas Claras, Arniqueiras, Estrutural e Taguatinga. A obra custou R$ 21 milhões – também com 70% de financiamento do Bird – e será fundamental para melhorar a fluidez do trânsito na DF-085.
Iniciado em junho do ano passado, o viaduto também faz parte do Brasília Integrada e deveria ser concluído em um ano. Arruda chegou a anunciar que o novo trecho seria entregue à população no dia 21 de abril último, aniversário de Brasília. O DER, no entanto, culpa as fortes chuvas que só pararam em maio pelo atraso. “Nesta época estávamos na fase da terraplanagem e as chuvas inviabilizavam a continuidade da obra”, explica Tanezini.
A abertura dos viadutos para os carros significará o fim dos congestionamentos no trecho de
Reforma da EPIA
O GDF também deve inaugurar até o dia 30 de setembro o primeiro trecho reformado da Estrada Parque Indústria Abastecimento (EPIA). Os
“A base dará suporte ao intenso tráfego de carretas, que correspondem a 80% dos veículos que trafegam na EPIA”, afirma Tanezini. Uma carreta chega a pesar 60 toneladas.
Enquanto a primeira metade da EPIA deve ser entregue em um mês, a previsão é de que os outros
As obras em toda a EPIA custarão R$ 63 milhões, sendo que 90% deste valor (R$ 56,7 milhões) virão do governo federal pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Dos cofres locais sairão os 10% restantes (R$ 6,3 milhões) como contrapartida.