Bruna Torres
bruna.torres@jornaldebrasilia.com.br
Seringas, luvas usadas, algodões cobertos de sangue, animais mortos, restos de entulho e muito lixo. É com essa situação que os moradores da Quadra 33 da Vila São José, em Brazlândia, convivem diariamente. Motoristas de caminhões e alguns moradores utilizam um campo aberto próximo a uma escola, que antes já foi abrigo de vegetação nativa, para retirar terra e jogar tudo aquilo que não tem mais utilidade. Os vizinhos da área se incomodam com o cheiro e aparecimentos de bichos. Reclamações foram feitas à administração, que teria prometido uma melhor fiscalização no local.
As irmãs Ana Rosa Martins, 31 anos, e Luzia Martins Ferreira, 33, ambas dona de casa, não se conformam com a situação. Segundo elas, a sujeira é cada vez maior e nada tem sido feito para acabar com ela. “Aqui a gente encontra de tudo. O problema é que muitas crianças vão lá para brincar. Eles nunca limpam isso, só espalham para dentro do buraco”, diz Ana. O buraco, como ela explica, foi feito pelos caminhoneiros que retiram terra do local para vender. Uma caçamba cheia sai por R$ 70.
Leia mais na edição desta terça-feira (29) do Jornal de Brasília.