Menu
Brasília

Vacinação contra o HPV em debate

Arquivo Geral

22/04/2013 7h15

 

São muitas as dúvidas de alguns pais a respeito da campanha de vacinação contra o HPV, que começou nas escolas públicas do DF. Para esclarecer a população e incentivar a imunização, reuniões em escolas têm sido feitas  com a comunidade. Na semana passada, a secretária  da Mulher, Olgamir Amancia Ferreira, esteve na Escola Classe 8, em Planaltina, para conversar com pais e mães de alunas com idade entre 11 e 13 anos. Essa faixa etária é o alvo da campanha. Cerca de 80 pessoas estiveram presentes na reunião. “O que a vacina faz é proteger de forma que pessoa vacinada não venha a sofrer infecção, já que o mais provável é que as pessoas entrem em contato com o vírus quando iniciem a vida sexual. Por isso, é preciso vacinar antes disso, na infância ou na adolescência” reforçou. São aplicadas três doses  com intervalo de 60 e 180 dias.

 

Conscientização  

 

A aposentada Luzia da Silva foi à escola para ter mais informações sobre a vacina para a neta dela, que tem 11 anos. Ao final da palestra, Luzia saiu mais esclarecida e se diz mais segura para imunizar a neta. “É muito importante tirar todas as dúvidas, esclarecer todos os pontos. É fundamental aderirmos à campanha”, avaliou. A   vacinação contra o papiloma vírus (HPV) começou em 1º de abril, em meninas que nasceram entre 2000 e 2002, em todas as escolas públicas e particulares do DF. A meta é imunizar de 64 mil estudantes contra a doença, principal causadora do câncer de colo do útero, que mata cerca de 90 mulheres por ano, só na capital do País.

 

 Os artigos do projeto do novo Código Penal   que tratam do aborto foram criticados    pelo senador João Costa (PPL-TO). O senador anunciou a apresentação de projeto de lei regulamentando a adoção do nascituro. Dessa forma, a gestante que quiser doar o seu filho antes do nascimento poderá fazê-lo; seria uma tentativa de impedir o aborto.

 

Por meio do Projeto de Inserção Produtiva dos Adolescentes do Sistema Socioeducativo do DF (Pipas),   artesanato e alimentos produzidos por cerca de 800 jovens das quatro unidades de internação socioeducativas serão comercializados. Parte do dinheiro arrecadado será depositada em conta-poupança dos menores. O restante servirá para a compra dos  materiais.

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado