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Brasília

Vacinação contra H1N1 será antecipada para idosos e pessoas com doenças crônicas

Arquivo Geral

25/04/2016 17h33

A vacinação contra a H1N1 para os idosos e pessoas com doenças crônicas será antecipada para a próxima quarta (27). A alteração no calendário, que previa a imunização deste público somente a partir do dia 30, foi possibilitada pelo aumento do estoque recebido pelo Ministério da Saúde.

A primeira parcela da população a ser imunizada na capital federal foi composta por crianças de seis meses a menores de 5 anos, gestantes, mulheres com até 45 dias pós parto e profissionais da saúde. 

Apesar da antecipação da aplicação, está mantido para 30 de abril o “Dia D” de vacinação, ocasião em que os centros de saúde funcionarão exclusivamente para oferecer a vacina aos cidadãos.

Para tomar a vacina, que protege contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B, é necessário comparecer  em qualquer centro de saúde da rede pública, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Prevenção

Além da imunização, outra forma de se prevenir contra a Influenza é reforçar os cuidados com a higiene. Frequentemente, lave as mãos e utilize lenço descartável para a higiene nasal; quando for tossir ou espirar, cubra o nariz e a boca; evite tocar mucosas de olhos, nariz e boca; não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas; mantenha o seu ambiente sempre ventilado.  

A Influenza, ou gripe, como é popularmente conhecida, é transmitida por meio das vias respiratórias e seus efeitos duram, em média, uma semana. Ela é uma patologia que afeta principalmente os brônquios, boca, nariz, garganta e ocasionalmente acomete os pulmões.

Sintomas

Os principais sintomas do H1N1 são febre acima de 37,8ºC – sendo mais acentuada em crianças –, infecção aguda das vias aéreas, calafrios, mal-estar, cefaleia, dores no corpo, garganta e articulações, prostração, coriza e tosse seca. Em alguns casos é possível a ocorrência de vômito, diarreia, fadiga e rouquidão. A influenza está presente entre a população durante todo o ano, mas constata-se aumento principalmente no outono e inverno.

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