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Brasília

UnB da um tapa na homofobia

Arquivo Geral

21/04/2013 8h25

Era uma segunda-feira como outra qualquer, em fevereiro deste ano. Uma aluna do 5º semestre do curso de Agronomia da Universidade de Brasília (UnB) dirigia-se ao estacionamento do Instituto Central de Ciências, o conhecido Minhocão, no campus Darcy Ribeiro, na Asa Norte, quando foi agredida por um homem, aparentemente por ela ser homossexual.

 

O caso foi registrado na 2ª Delegacia de Polícia e uma cópia do boletim de ocorrência  foi entregue à Reitoria da UnB, que abriu sindicância para apurar o caso.

 

Foi pensando em evitar este tipo de ocorrência no âmbito acadêmico e fora dele que, durante plenária realizada pelo Decanato de Assuntos Comunitários em julho de 2011, uma equipe formada por 21 pessoas, entre professores, estudantes e servidores técnico-administrativos, decidiu criar o Grupo de Trabalho de Combate à Homofobia (GT) da Universidade de Brasília. 

 

Três meses após a criação, em outubro daquele ano, o GT foi institucionalizado pela universidade. “A UnB já tinha outros grupos que trabalhavam contra a homofobia, mas compostos apenas por estudantes. Em nenhum momento a instância superior da universidade tinha se posicionado para esta formação”, conta Valdeníza Peixoto, professora do Departamento de Serviço Social e uma das coordenadoras do grupo.

 

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