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Brasília

UBS 3 de Sobradinho faz força-tarefa com exames e implanon

A unidade, na Nova Colina, ofertou preventivo, testes rápidos, DIU, implanon e cadastro para mamografia e cirurgias de laqueadura e vasectomia

Redação Jornal de Brasília

16/05/2026 15h27

16.5. ação de saúde. foto matheus oliveira ag ência saúde df

Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 de Sobradinho, na Nova Colina, promoveu neste sábado (16) uma força-tarefa com serviços de saúde voltados à família. A ação ofereceu exame preventivo, inserção de dispositivo intrauterino (DIU), implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel (implanon), testes rápidos e cadastro para exames como mamografia, além de inclusão na lista de cirurgias de laqueadura e vasectomia.

Segundo a enfermeira da família da unidade, Louise Soares, o objetivo foi ampliar o acesso aos cuidados de saúde, especialmente para pessoas que têm dificuldade de buscar atendimento durante a semana. “O sábado é mais abrangente para muitas pessoas que trabalham no meio da semana”, disse. “É um dia em que a unidade se dedica só a esses serviços, então podemos dar uma atenção dedicada aos pacientes”.

A moradora Alessandra Batista, 42 anos, disse ter aproveitado a iniciativa após ser avisada no dia anterior. Ela fez a prevenção e testes rápidos e destacou a importância da ação no fim de semana para quem trabalha durante a semana.

Um dos destaques foi a inserção do implanon, método contraceptivo de longa duração que tem apresentado alta procura na unidade. Durante a força-tarefa, a equipe se organizou para realizar o procedimento em até 30 mulheres.

“A implanon é uma excelente opção de contracepção”, afirmou a enfermeira Juliana Lemos. Ela disse ainda que pacientes têm relatado que o implante é menos incômodo e apresenta boa eficácia.

De acordo com a unidade, o implanon é ofertado a meninas e mulheres de 14 a 49 anos e segue critérios de prioridade, incluindo grupos em maior vulnerabilidade social, indígenas, imigrantes, refugiadas, privadas de liberdade, profissionais do sexo e residentes em áreas rurais. Também estão incluídas mulheres com condições de saúde específicas, como HIV/Aids, tuberculose multirresistente e endometriose profunda.

“Hoje, o implanon também nos auxilia a controlar a busca pela fila de laqueadura”, enfatizou Louise Soares. Maria Clara Damasceno, 21 anos, relatou que escolheu o dispositivo após não se adaptar a outros métodos contraceptivos. “Eu usei o DIU por um tempo, mas senti muitos efeitos colaterais, cólica, sangramento, e ele saiu do lugar umas três vezes; então, optei por trocar por ele”, disse.

Com informações da Agência Brasília

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