Mais de mil metros lineares de cerca e quatro construções foram ao chão nesta quarta-feira (29) durante ações do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo, realizadas em Riacho Fundo, Planaltina e Taguatinga. O responsável por uma obra recebeu a determinação de paralisá-la imediatamente. A coordenação foi da Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e da Agência de Fiscalização (Agefis).
A obra embargada tem 80 m² de área construída e fica na Chácara 06 da Colônia Agrícola Sucupira, em Riacho Fundo I. Na mesma chácara, duas edificações erguidas em madeira foram removidas, de 12 m² e 03 m², respectivamente. Em outro ponto, desta vez na Chácara 08, duas fundações para casa acabaram desconstituídas. Quando finalizadas, seriam edificações de 40 m² e 50 m².
Apenas 35 metros lineares de cerca em arame foram encontrados pela fiscalização na Chácara 22 e também foram ao chão. Em uma área isolada, próxima ao córrego Riacho Fundo, outra edificação em alvenaria foi identificada e, posteriormente, erradicada. Ela ainda estava em fase de construção. Um total de 800 metros lineares de cerca em arame ainda foram descaracterizados na região conhecida como Placa das Mercedes, mais especificamente no Conjunto 7A da Chácara 02.
Outra equipe do Comitê atuou no Núcleo Rural 26 de Setembro, em Taguatinga. Uma edificação de 35 m² de área construída e duas fundações de 70 m² e 35 m³, respectivamente, acabaram removidas. As obras se encontravam nas chácaras 23 e 67. Já em Planaltina, no Núcleo Rural Sarandi, Chácara 01, inserida na Fazenda Grotão, a equipe desconstituiu um galpão erguido com estrutura metálica e alvenaria. A construção media 600 m². Além dela, 200 metros lineares de cerca também foram erradicados.
Ao todo, 160 homens mobilizaram as operações. Entre os órgãos estiveram presentes: Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e Companhia Energética de Brasília (CEB). Coordenaram os diretores da Seops Paulo da Silva, Renato Costa Reis e Libermário Almeida; além dos auditores fiscais da Agefis Ademar Fernandes, Allied Tonin e Roger Lobo.