Pedro Wolff
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Os moradores da 109 Sul continuam a sofrer com o problema do tráfico de drogas na região. São pessoas que se passam por guardadores de carro e aproveitam para vender tóxicos, principalmente crack. A prática do crime foi mostrada pelo Jornal de Brasília há cerca de duas semanas, mas de lá para cá nada mudou.
O presidente do Conselho Comunitário de Segurança da Asa Sul, Saulo Santiago, diz que a venda de drogas, infelizmente, se tornou uma tradição no lugar. Além disso, a ocupação, segundo ele, tem se agravado de seis meses para cá por uma série de fatores. Entre eles está o grande trânsito de usuários de classes mais altas. A região convive, ainda, com grande número de moradores de rua, à exemplo do que ocorre em outras quadras da Asa Sul, como a 306, 203, 711 e 308.
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