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Brasília

Trabalho das empregadas domésticas foi valorizado devido ao aquecimento da economia

Arquivo Geral

14/02/2011 7h24

As mulheres modernas estão roubando a cena e deixando a casa para assumir outros cargos e, muitas vezes, de chefia. Nos últimos anos é fácil confirmar essa constatação.  Só na América Latina são quatro chefes de Estado do sexo feminino: Dilma Rousseff, no Brasil; Cristina Kirchner, na Argentina; Laura Chinchila, na Costa Rica; e a primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar.

 

Mas enquanto elas estão administrando seus países, quem gerencia seus lares? Com o passar dos anos e a conquista dos direitos femininos, encontrar uma empregada doméstica tem se tornado difícil.

 

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, o contingente de trabalhadores domésticos cresceu 9% em relação a 2008, passando de 6,6 milhões para 7,2 milhões. As mulheres continuam sendo maioria, com  6,7 milhões de trabalhadoras.

 

A pesquisa mostra que houve melhorias para a categoria como a média de rendimento, que passou de R$ 547 para R$ 586, porém, ainda é a mais baixa em relação a outros setores. Elas são maioria também entre os trabalhadores domésticos sem carteira assinada, e a diferença vem aumentando: entre os homens, a participação dos formalizados passou de 41,4% em 2008 para 44,8% em 2009. Entre as mulheres, subiu de 25,8% para 26,3%.

 

 

Leia mais na edição desta segunda-feira (14) do Jornal de Brasília

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