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Brasília

Torcedores agitam e fazem a festa em bares na área central de Brasília

Arquivo Geral

02/07/2018 13h30

João Stangherlin

Matheus Venzi
matheus.venzi@grupojbr.com

O jogo do Brasil foi sofrido, mas, ao final da partida, os brasilienses tiveram motivos de sobra para comemorar o avanço da seleção brasileira às quartas da Copa do Mundo da Rússia. Após um primeiro tempo difícil, os canarinhos conseguiram melhorar o desemprenho e vencer o México por 2 a 0, com gols de Neymar e Firmino. Nos bares: muita torcida e festa.

No bar e restaurante Estação 102, na Asa Sul, a galera teve que se apertar para ficar perto da televisão. Qualquer espacinho sobrando já dava lugar a uma cadeira ou mesa. Até o gol de Neymar, a torcida estava nervosa, porém, otimista.

Para o grupo de estudantes Carlos Eduardo, 19 anos, Felipe Marcos, 22, e Gustavo Alyson, 16, a festa teve que ser contida, uma vez que, depois do jogo, haveria expediente. “Acordamos cedo para vir ver o jogo. Foi muito bom. Agora, vamos trabalhar até mais animados e felizes”, comenta Carlos.

Felipe teve que acordar cedo, às 5h30, para conseguir encontrar a galera. “Fui liberado mais cedo e ainda vou ter que voltar. Mas, com esse resultado, eu volto animado. Animação total!”, comemora.

João Stangherlin

As amigas Fernanda Monteiro, 35, Katya Coelho, 38, Lilian Rodrigues, 40, e Maria Antônia, 38, também se juntaram para ver o jogo antes do expediente. Elas trabalham em uma clínica odontológica, na Asa Sul. “Muito feliz pelo resultado, pena que vai ter trabalho depois. Se não, a comemoração durava o dia inteiro”, diz Fernanda.

Já Lilian cita que ficou bastante nervosa até o segundo gol brasileiro. “O goleiro do México é bom. Então, só fiquei menos tensa no final. Se tudo der certo, nos reunimos aqui de novo, porque deu sorte”, finaliza.

No bar Versão Brasileira, na 402 Sul, quem chegou cedo conseguiu ficar mais próximo do telão e teve menos dificuldade para estacionar. A meia-hora para começar a partida, já tinha fila na porta de entrada.

O estudante Odacir Soares, 23 anos, chegou às 9h e teve dificuldade pra encontrar uma mesa. “Tá bem cheio, né? Animado. Só que estou esperando para sentar até agora, sou o primeiro da fila [pra pegar mesa]”, comenta.

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