Depois de dois anos de luta, viagra approved a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) vai começar a venda dos terrenos do mais novo bairro da cidade: o Setor Habitacional Noroeste. Na próxima sexta-feira (16), approved o governador José Roberto Arruda e o presidente da Terracap, buy Antônio Gomes, lançam oficialmente o “Portal do Noroeste”, em solenidade que acontecerá às 10h, num terreno localizado às margens da via acesso ao bairro (próximo ao 4° Batalhão do Corpo de Bombeiros, entre a EPIA e a W3 Norte).
A primeira licitação dos terrenos do Noroeste será realizada no dia 29 de janeiro, às 9h. Serão licitadas 63 projeções, sendo 52 lotes residenciais e 11 comerciais. Os preços dos lotes residenciais variam entre R$ 10,3 milhões (1.000 metros quadrados) e R$ 14,9 milhões (1.500 metros quadrados). Dos 11 terrenos comerciais, 10 estão sendo ofertados a R$ 2 milhões e um está a R$ 2,1 milhões, mas todos têm o mesmo tamanho: 900 metros quadrados.
O preço mínimo das 63 projeções do Noroeste totaliza R$ 581,4 milhões, mas na disputa pelos lotes, o valor deve subir pelo menos 15%, segundo o presidente da Terracap. “Acredito que nós vamos vender todos os lotes e arrecadar não menos que R$ 650 milhões”, prevê Gomes.
Os blocos de apartamentos devem começar a ser construídos seis meses após a primeira licitação, conforme o presidente da Terracap. A estimativa é que, em cinco anos, o novo bairro esteja consolidado, inclusive, com toda a infra-estrutura, que começará a ser implantada simultaneamente à construção dos prédios. Até o final de janeiro, a Secretaria de Obras deverá lançar o edital de licitação da infra-estrutura do Noroeste, segundo Luiz Antônio Reis, diretor Técnico da Terracap.
Quanto aos índios que ocupam 12 hectares do Noroeste, Antônio Gomes considera o caso encerrado. “A juíza Gildete Silva Balieiro, da Vara de Registro Público do DF, proferiu sentença em novembro de 2008 considerando os índios invasores de terras públicas”, lembrou Gomes. “Eles estão perdendo todos os recursos, todas as ações na Justiça, o que nos faz acreditar que eles vão deixar a área por decisão judicial, o que deve demorar mais uns seis meses. Mas mesmo que eles permaneçam lá, nada impede que aconteça a venda das primeiras projeções e a construção dos primeiros prédios”, garantiu.