Em funcionamento desde o dia 8 de janeiro a exposição “Crack, a vida sem cor” conta com 12 expositores e tem como principal objetivo conscientizar, sensibilizar e educar os jovens passageiros que chegam e saem da capital federal todos os dias sobre a importância da prevenção ao uso do crack, bem como sobre os diversos malefícios causados pela droga.
Os fotógrafos Salveci dos Santos e Thiago Cruz, idealizadores da mostra, retratam por meio de 30 fotos, feitas a partir de diferentes pontos de Brasília, a dura rotina de pessoas que se tornaram viciadas em crack. A droga resulta da mistura de diversas substâncias em um produto altamente tóxico e prejudicial ao organismo.
O fato de o crack ser considerado uma droga mais barata que a cocaína, por exemplo, contribui para o potencial aumento do público diretamente afetado pela proliferação da droga, que atualmente ocorre em escala nacional. Nesse sentido, os autores da exposição buscam ainda divulgar à população local o alto poder de destruição dessa droga ao organismo.
Prazer que destrói
A breve sensação de prazer provocada pelo crack faz com que os usuários consumam cada vez mais a droga ao longo do dia, o que potencializa a dependência da droga e de seus “prazeres”.
Atualmente o crack deixou de ser visto como uma mazela restrita às camadas sociais menos favorecidas, pois está presente na cena cotidiana do rico e do pobre, sem maiores distinções.
Enfrentamento
No final de 2012 o DF passou a integrar o programa “Crack, é possível vencer”, do Governo Federal. O programa prevê, entre outras ações: “atenção ao usuário nos locais de concentração de uso de crack; atendimento especializado para o usuário e opção de acolhimento”.
Serviço
A exposição vai até o dia 25 de janeiro, com entrada franca, durante 24h por dia, seguindo o horário de funcionamento da Rodoviária Interestadual de Brasília.
Contato: 3411-4176/9350-4042.