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Brasília

Taguatinga inova na marcação de cirurgias

Arquivo Geral

17/08/2012 10h45

A Coordenação Geral de Saúde de Taguatinga (CGST) criou uma Central de Marcação de Cirurgias (CMC), com objetivo de organizar as listas de espera por procedimentos cirúrgicos de pacientes regional. Segundo a coordenadora-geral de Saúde de Taguatinga, Sonia Salviano, a central é um esforço conjunto para organizar a lista de espera e priorizar os pacientes que estão aguardando há mais tempo. As cirurgias serão marcadas de acordo com a disponibilidade de salas cirúrgicas e anestesistas.

 

As listas serão analisadas por um grupo de especialistas de cirurgia geral e vascular, ortopedia, ginecologia, otorrinolaringologia, oftalmologia, mastologia e urologia. A CMC visa também evitar que pacientes façam exames pré-operatórios e os mesmos percam a validade porque as cirurgias não são realizadas. “Com a CMC o pacientes só fará os exames quando tiver a data da cirurgia agendada”, diz Sonia Salviano.

 

Nos seis primeiros meses de 2012 o HRT já realizou 2.695 cirurgias, resultado do programa Fila Zero e da contratação de anestesistas. De abril a julho, a taxa de utilização de salas cirúrgicas foi ampliada em 80%. Por isso, as cirurgias com anestesia local estão sendo realizadas no centro cirúrgico ambulatorial criado em junho.

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    Arquivo Geral

    16/08/2012 20h01

    A Coordenação Geral de Saúde de Taguatinga (CGST) criou uma Central de Marcação de Cirurgias (CMC), com objetivo de organizar as listas de espera por procedimentos cirúrgicos de pacientes.

     

    Segundo a coordenadora-geral de Saúde de Taguatinga, Sonia Salviano, a central é um esforço conjunto para organizar a lista de espera e priorizar os pacientes que aguardam há mais tempo. As cirurgias serão marcadas de acordo com a disponibilidade de salas cirúrgicas e anestesistas.

     

    As listas serão analisadas por um grupo de especialistas de cirurgia geral e vascular, de ortopedia, ginecologia, otorrinolaringologia, oftalmologia, mastologia e urologia.

     

    A CMC também visa evitar que pacientes façam exames pré-operatórios que acabem por perder a validade porque as cirurgias não são realizadas. “Com a CMC o paciente só fará os exames quando tiver a data da cirurgia agendada”, diz Sonia Salviano.

     

    Nos seis primeiros meses de 2012, o HRT já realizou 2.695 cirurgias, resultado do programa Fila Zero e da contratação de anestesistas. De abril a julho, a taxa de utilização de salas cirúrgicas foi ampliada em 80%. Por isso, as cirurgias com anestesia local estão sendo realizadas no centro cirúrgico ambulatorial criado em junho.

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