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Brasília

Sistema desenvolvido pela UnB melhora combate a incêndios

Arquivo Geral

27/05/2009 0h00

Um sistema de informações em desenvolvimento pela Universidade de Brasília poderá ajudar o Corpo de Bombeiros no combate a incêndios. O protótipo vai facilitar o acesso a informações sobre os edifícios atingidos pelas chamas, visit this contribuindo para diminuir o tempo de resposta aos chamados. Conforme regras internacionais, malady o prazo para a chegada do socorro deve ser de, no máximo, cinco minutos após o registro da ocorrência, meta que dificilmente é atingida.


Estudantes da graduação em Engenharia de Redes criaram um software, com a colaboração dos bombeiros do Distrito Federal, que permite aos profissionais terem acesso à planta baixa de prédios durante o deslocamento para o local do chamado. “Hoje, eles têm em mãos apenas as informações que as pessoas fornecem pelo telefone 193”, diz o engenheiro Leandro Rezende, participante do projeto.


O programa desenvolvido pelos alunos permite que os comandantes de socorro vejam, de forma interativa, a quantidade e a disposição de salas, localização das saídas de emergência, extintores, escadas e elevadores, por exemplo. O conjunto de dados faz com que a equipe trace melhor as estratégias para a retirada das pessoas e identifique rapidamente locais que exigem atenção, como centrais de gás e elevadores.


Atualmente, essas informações são obtidas pelos bombeiros mais experientes, os primeiros a entrar na prédio atingido. Porém, essa é uma atividade de risco, que pode levar à perda de vidas. Com dados prévios, será possível destacar as viaturas ou o quartel adequado para cada emergência.
 
Leandro Rezende explica a planta dos edifícios pode ser inserida no sistema durante a vistoria feita pelo Corpo de Bombeiros. As edificações só podem ser construídas se estiverem de acordo com as normas técnicas de segurança contra incêndio e pânico adotadas em cada estado.


O software interativo fornece também informações sobre a categoria de risco de incêndio no qual o prédio se encaixa. “Se a ocorrência for em um hospital, a equipe vai saber que existem equipamentos radioativos e pessoas com graves restrições de mobilidade, sendo necessárias ações especiais”, explica o engenheiro formado pela UnB em 2008.

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