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Brasília

Sindicato leva porquinho inflável em protesto no Buriti

Arquivo Geral

22/11/2016 7h00

Foto: Hugo Barreto

Com direito a um boneco inflável, nos moldes do já famoso Pixuleco mas agora com formato de um porco cor-de-rosa, professores fizeram ontem um protesto diante do Buriti. O grupo organizador, composto na maioria por aposentados, pretende agora promover uma vigília permanente no palácio.

O porco, na verdade, representaria um cofrinho. Quer transmitir a ideia de que o Buriti entesoura todo o dinheiro recebido, inclusive dos tributos, sem abrir o cofre para pagar os reajustes dos salários já negociados com os servidores, além de outros benefícios congelados.

O protesto, assim como o acampamento, é para que o GDF pague a pecúnia dos professores que se aposentaram em 2015 e 2016. O governador Rollemberg deixou de fazer esse pagamento no meio do ano passado e o número de afetados pelo não pagamento só aumenta. Além dos 309 que não receberam em 2015, neste ano já são mais 1.178 na mesma situação.

“Esta vigília não tem hora para acabar. Queremos ser recebidos pelo governador, ou pelo secretário da Casa Civil. Desejamos propostas, estamos cansados de enrolação, pois o GDF sempre estabelece prazos, mas nada é resolvido, o dinheiro não é depositado. A situação dos professores é peculiar, se difere das outras categorias, pois nós não fazemos poupança com essas licenças prêmio, pois não pudemos gozá-las. Elas ficaram para a aposentadoria. Não é justo um pagamento estimado em 60 dias para o depósito, não ser efetuado um ano e meio depois”, diz Marilange Vianna, diretora da Secretaria para Assuntos dos Aposentados do Sinpro.

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