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Brasília

Serviço de monitoramento policial em comércios ainda tem pouca adesão

Arquivo Geral

04/11/2012 10h20

Os comerciantes ainda estão tímidos. É o que acredita o comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, no Guará, Antônio Carlos Santana, sobre a baixa adesão ao novo  Serviço de Monitoramento e Acionamento Policial Imediato (Smapi). O serviço foi implementado pela Polícia Militar com o objetivo de agilizar o atendimento em caso de roubos e furtos. 

 

Dos cerca de cinco mil estabelecimentos comerciais existentes no Guará,  Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA) e Estrutural apenas cerca de 40 resolveram participar desta experiência. Há, porém, ainda cerca de cem aguardando a sua vez. 

 

Os que aderiram ao Smapi contam com um controla que, ao ser acionado, liga um alerta no batalhão da PM. Todas as viaturas são acionadas a partir daí e o  tempo de resposta esperado para a chegada ao local do crime é de poucos minutos. A ação mais rápida pode possibilitar a prisão dos envolvidos. Alguns comerciantes espalharam vários controles pela loja, para que não sejam surpreendidos pelos assaltantes sem chance de acionar a força policial. 

 

O custo do equipamento gira entre R$ 250 e R$ 450 e esse pode ser um dos motivos para a baixa adesão. A instalação para que seja feita a ligação com o batalhão é gratuita. Há quem diga também que falta uma maior divulgação. 

 

Até agora, a força policial não precisou colocar em prática o novo sistema. A única vez em que o alarme tocou foi um engano, mas, mesmo assim, o atendimento ocorreu. Para representantes dos comerciantes, independentemente do Smapi, o que é preciso em todo o Distrito Federal é policiamento na rua. Para eles, esta é a melhor forma de coibir os assaltos e a violência. 

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