“Amamentação em todos os momentos. Mais saúde, buy information pills carinho e proteção.” Esta é a frase escolhida deste ano pelo Ministério da Saúde para a Semana Mundial da Amamentação, ed de 01 à 07 de agosto. No dia 1º de agosto será a abertura oficial no DF, online no Parque da Cidade, em frente à Administração, às 9h e o evento seguirá até às 13h.
A organização do evento faz parte de uma parceria da Secretaria de Saúde do DF com a Coordenação para Assuntos da Mulher, da Secretaria de Estado de Justiça do GDF. A coordenadora de Aleitamento Materno e Banco de Leite Humano da Atenção Primária, Miriam destacou que a importância da amamentação é que melhora a qualidade de vida da criança e do adulto. “Este evento é para mostrar que as mulheres brasilienses estão preocupadas com a saúde de seus filhos e sempre optam pelo melhor”, disse.
“Amamentação: até nas emergências a melhor opção” foi a frase escolhida pela coordenação do Banco de Leite Humano (BLH) e membros do Programa de Atenção Integral de Saúde da Criança(PAISC) para marcar as comemorações desta “semana”. O objetivo da SES é reunir mais de 1,5 mil mães amamentando, com isso quebrar um grande recorde.
No Parque da Cidade haverá muitas atividades voltadas para as mães que amamentam e seus bebês, como; apresentação de grupo musical , piscina de bolinhas, pula-pula etc.
A SEMANA
A Semana Mundial da Amamentação, idealizada pela World Alliance for Breastfeeding Action (WABA- Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) é comemorada desde 1992 em mais de 150 países com o propósito de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. Todos os anos a WABA define o tema central da Semana Mundial da Amamentação, que passa a ser discutido nos diversos países, unificando assim as comemorações em todo o mundo. O tema definido para 2009 é “Aleitamento materno: uma resposta vital nas emergências. Você está preparado?”.
CAMPANHA
A campanha deste ano, além de divulgar amplamente as vantagens e a importância da amamentação, visa a estimular o aleitamento materno nas situações de emergência e calamidades, como enchentes, secas e outras catástrofes naturais. Incita maior participação e apoio dos profissionais de saúde, familiares e rede social, governo e sociedade civil organizada junto à mulher e seu filho nessas situações, em que o risco de interrupção da amamentação aumenta e a situação precária durante as catástrofes favorece o aparecimento de doenças infecciosas, entre outros.
A Agência de Notícias dos Direitos da Infância-Brasil informa que de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o leite materno faz com que o bebê fique protegido contra diarréia, infecções respiratórias, otites, asma, obesidade, diabetes e alergias. O colostro, que é o leite dos primeiros dias, é rico em fatores de proteção para o bebê. A amamentação ainda ajuda o útero a voltar ao tamanho normal depois do parto, diminuindo o risco de hemorragia e anemia. A mulher que alimenta o filho nos primeiros seis meses, somente com o leite materno, perde rapidamente o peso que ganhou durante a gravidez, reduz o risco de ter diabetes, câncer de mama e de ovário.