
O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) já está de posse do laudo cadavérico de Rafaela Luiza Formiga Moraes. A menina, de um ano e sete meses de idade, teria morrido, em janeiro, após superdosagem de adrenalina.
No laudo, assinado pelo Instituto Médico Legal (IML), e enviado à Polícia Civil e ao Ministério Público, está descrito que a causa mais provável da parada cardiorrespiratória foi intoxicação adrenérgica. O laudo definitivo, no entanto, aguarda o resultado de exames laboratoriais.
O delegado da 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria), Guilherme Henrique, explicou que não foi instaurado inquérito na delegacia sobre esse caso porque ele já havia sido solicitado pela Pró-Vida, do MPDFT.
Ele explicou que nesses casos de solicitação do Ministério Público, não é necessário fazer uma investigação paralela, pois o MP é o destinatário dos inquéritos policiais. Segundo o delegado, as responsabilidades pela morte só podem ser afirmadas depois da avaliação de vários documentos, entre eles, os exames viscerais que poderão constatar a intoxicação.