O delegado titular da 5ª Delegacia de Polícia (Plano Piloto), Marco Antônio de Almeida, declarou durante entrevista coletiva na noite desta quinta-feira (11), que o segurança do Supremo Tribunal Federal (STF), que evitou o roubo de um carro durante a manhã de hoje agiu dentro da lei ao atirar em um dos assaltantes.
Ainda segundo o delegado, o agente de segurança do STF tem porte e autorização no perímetro do seu endereço profissional para disparar sua arma quando necessário.
Entenda o caso:
No início da tarde desta quinta-feira (11), dois homens tentaram arrombar um Hyundai I-30 no estacionamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a assessoria de imprensa do orgão, a suspeita é de que esse carro já era roubado. Como não conseguiram entrar no veículo, tentaram arrombar um Pálio Branco e, depois, um Fox Prata.
Ao entrar no veículo, os vigilantes do STF viram a movimentação e abordaram os suspeitos. Para tentar fugir, os suspeitos tentaram atropelar um dos seguranças. Em revide, o guarda atirou no carro e a bala atingiu o abdômen de Davi Moreira Ferreira da Silva, 31 anos. O comparsa Paulo César Pontes Sousa, 33 anos, não sofreu ferimento.
Os vigilantes conseguiram deter os dois suspeitos, ainda não identificados. A Polícia Militar e o Samu foram acionados. O atendimento médico encaminhou o ferido para o Hospital de Base. Já o outro foi levado para a 5ª Delegacia de Polícia pelos militares.
Ao todo, visto a gravidade do fato, foram acionadas quatro viaturas da Polícia Militar e duas do Samu. A 5ª DP informou que ambos os suspeitos tem passagem pela polícia. Segundo informou a reportagem, Davi cumpria regime semiaberto.