Mesmo com a medida o Conselho Regional de Medicina (CRM) vai manter a interdição parcial do hospital, uma vez que a exigência era que fossem contratados 31 novos profissionais da área de saúde. O pronto-atendimento vai continuar paralisado até que o problema seja resolvido.
Na tarde de ontem (8) o CRM entregou à direção do hospital o documento de interdição, proibindo os médicos de trabalharem. Segundo o Conselho, o alerta foi dado a Secretaria de Saúde há um ano e nada foi feito. Após duas vistorias neste ano que flagraram as mesmas fachas condições de trabalho, o Conselho optou pela paralisação.
Dentre as reivindicações estão reforma do hospital, novos equipamentos e contratação de 31 médicos, pediatras e clínicos. Além disso o Conselho encontrou apenas um dos elevadores funcionando, usado para transporte de pacientes, lixo e até cadáveres.
No fim da tarde dessa terça-feira, dia 9, o Conselho Regional de Medicina (CRM) entregou a direção do hospital o documento de interdição, que proíbe médicos de trabalharem nas condições flagradas em duas vistorias, só neste ano. O conselho encontrou aparelhos de radiologia e tomografia encaixotados há quase um ano, e apenas um dos três elevadores funcionando. Ele é usado pra carregar doentes, cadáveres, lixo e alimentação.