Mariana Laboissiére
mariana.laboissiere@jornaldebrasilia.com.br
ASecretaria de Saúde do DF informou, em nota oficial, que o contrato emergencial feito com a empresa carioca Toesa Service Ltda expirou em 28 de fevereiro e que já está em andamento o processo para licitação de locação de veículos para transporte de pacientes. No entanto, o contrato de quase R$ 13 milhões entre a empresa e a Secretaria para prestação de serviço de transporte de pacientes por ambulâncias continua dando pano para manga.
A 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) deu prazo de dez dias para que a secretaria tomasse providências diante das recomendações feitas. Foi solicitado à Saúde não firmar contrato emergencial com a Toesa ou com qualquer outra empresa para o mesmo fim. Além disso, ela deve apresentar, em até 30 dias, informações sobre o serviço de ambulância e o projeto básico para reestruturação da Rede de Saúde Pública na área de transporte.
Publicado com exclusividade pelo Jornal de Brasília, ações deflagradas pelo Ministério Público investigam um suposto superfaturamento do valor do acordo e possível beneficiamento das ambulâncias alugadas no transporte de pacientes em postos de saúde do DF. O mesmo contrato já vinha sendo alvo de investigações do Tribunal de Contas do Distrito Federal que, inclusive, está realizando uma auditoria sobre o caso. Além disso, a empresa Toesa é uma das que foram citadas na operação Caixa de Pandora da Polícia Federal, como foi publicado na edição de ontem.
Confira a matéria completa na edição desta sexta-feira (5) do Jornal de Brasília