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Brasília

Schalke 04 critica <i>tática de seqüestro</i> da CBF com lateral Rafinha

Arquivo Geral

14/08/2008 0h00

O gerente do clube alemão Schalke 04, Andreas Müller, criticou hoje o que chamou de “tática de seqüestro” praticada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pela Fifa em relação ao lateral Rafinha, que compete nos Jogos Olímpicos de Pequim sem o consentimento da equipe.


O diretor-gerente do Schalke, Peter Peters, afirmou que a Fifa e o Comitê Olímpico Internacional (COI) “toleram” o desrespeito ao direito dos clubes.


O clube alemão afirma que a CBF faça um seguro para o jogador, e acionou a entidade perante a Fifa por não ter cumprido as condições para que Rafinha viajasse a Pequim.


O Schalke 04 deseja receber uma comissão de 4 mil euros diários pelo jogador.


Tal como havia sido feito pelo Barcelona com o argentino Lionel Messi, o clube alemão desistiu de tentar obrigar o jogador brasileiro a retornar, mas em troca exigiu garantias da CBF quanto a uma possível lesão.


O Schalke enviou à CBF um contrato com as cláusulas do seguro correspondente a Rafinha, que até agora não obteve resposta.


 

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