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Brasília

Saúde promove seminário sobre vigilância ao óbito

Arquivo Geral

19/08/2010 10h21

O Comitê de Prevenção e Controle dos Óbitos Infantil, Fetal e Materno do Distrito Federal (CPCOIF) promove até sexta-feira (20), das 8h às 17h, no auditório da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), o seminário sobre Vigilância ao Óbito Infantil, Fetal e Materno. O encontro tem o objetivo fortalecer os comitês regionais, qualificar os membros destes comitês para atuarem em suas respectivas áreas e estimular debates para garantir a efetiva implementação das ações para redução da mortalidade no DF.

 

Segundo a organização do evento, a redução da mortalidade materna e neonatal no Brasil ainda é um desafio para os serviços de saúde e para a sociedade. O Ministério da Saúde propôs a adoção do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade nestas populações como estratégia de enfrentamento desta problemática envolvendo os governos federal, estadual e municipal, sociedade civil, organizações não governamentais e organizamos internacionais. Os comitês de investigação compõem o Pacto e visam melhorar o registro de óbitos e orientar as ações de intervenção para a sua prevenção.

 

Na abertura do seminário nessa quarta-feira (18), o subsecretário de Vigilância à Saúde, Allan Kardec Nápoli, destacou que a SES-DF tem profissionais qualificados para prestar assistência de qualidade à comunidade. “Este encontro favorece a discussão das melhores alternativas para atender bem a população”, disse o Subsecretário.

 

José Móya, representante da Opas no Brasil, disse é que importante discutir os avanços para prevenir e reduzir as taxas de mortalidade e morbidade entre gestantes, puérperas e crianças. Essa redução faz parte da meta de desenvolvimento do Milênio nas Américas, implementada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Melhorar a assistência às gestantes, puérperas e recém-nascidos no DF é um dos objetivos do Seminário. “Estes encontros motivam os profissionais a fazer um estudo mais apurado dos óbitos na rede de saúde, descobrir as deficiências e aprimorar os métodos de coleta de dados e de atendimento”, enfatizou a representante da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia no DF, Lucila Nagata.
 

A representante do Ministério da Saúde, Elza Juliane, ressaltou que é necessário enxergar as deficiências e discutir as melhores soluções para combater a mortalidade materna e infantil tanto no DF quanto na região Centro-Oeste.

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